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ESC 2019: emissora da Islândia interessada em participar

por maio 16, 2018

Ainda só passados três dias da grande final do Festival Eurovisão da Canção 2018, começam a surgir as primeiras confirmações de países participantes na próxima edição

Skarphéðinn Guðmundsson, director de programas da televisão nacional islandesa Sjónvarpið (RÚV), afirmou que "é expectável participar no próximo ano, tal como tem acontecido até agora". 

Apesar dos resultados menos bons alcançados nas últimas edições do Festival Eurovisão da Canção (ESC), o certame é um dos programas mais visto pelos islandeses, o que ponde antever a participação do país no próximo ano. Nos próximos meses de Outono, será expectável uma resposta à participação da Islândia no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019.

No entanto, surgem algumas vozes que apelam à não participação da Islândia no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019 em discordância com as políticas realizadas em Israel. Entre eles está Daði Freyr, segundo classificado do Söngvakeppnin 2017, selecção nacional islandesa. 

Num tweet feito pelo cantor, Daði Freyr revela que esperava responder ao apelo dos fãs e participar na selecção nacional da Islândia no próximo ano, mas o conflito entre Israel e Palestina, levou a sua banda a mudar de planos. 


Outro um dos defensores ao boicote ao Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019, é o representante islandês em 1997, Paul Oscar. Numa publicação colocada na rede social Facebook, o cantor enumera as diferentes violações de leis internacionais por parte do estado isrealita.



Na passada segunda-feira, uma petição foi criada contra a participação da Islândia no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019, à qual mais de 16.000 islandeses já tinham assinado.

A Islândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1986 e o seu melhor resultado é um segundo lugar por duas vezes: em 1999, com Selma e a canção “All Out of Luck”, e em 2009, com Yohanna e a canção “Is It True?”. Em 2018 o país foi representado por Ari Ólafsson e a canção “Our choice”, alcançando o 19º lugar na semifinal com um total de 15 pontos.


Recorde a actuação de Ari: 




Fonte: esctoday;wiwibloggs/Imagem: eurovision.tv

OGAE: Islândia atribui 12 pontos a Israel

por abril 13, 2018
A OGAE Islândia divulgou os seus pontos.

A OGAE Islândia também já votou e atribuiu 12 pontos à canção de Israel, "Toy". A combinação dos votos dos membros desta OGAE deram ainda 10 pontos a "Monters", da Finlândia e 8 pontos a "Mercy", proposta francesa.





Confira a votação da OGAE Islândia:

Israel - 12 Pontos
Finlândia - 10 Pontos
França - 8 Pontos
Dinamarca - 7 Pontos
Suécia - 6 Pontos
República Checa - 5 Pontos
Grécia - 4 Pontos 
Chipre - 3 Pontos
Austrália - 2 Pontos
Estónia - 1 Ponto

Pode ver a votação geral [AQUI]

Fonte: esctoday

[Entrevista a Ari Ólafsson]: "[Our Choice] É uma música que fala sobre como podemos ser sempre parte da solução e não do problema"

por abril 03, 2018

VERSÃO EM PORTUGUÊS


Ari Ólafsson ganhou a possibilidade de representar a Islândia no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2018, com o seu tema "Our Choice". Mesmo depois de algumas polémicas, que surgiram à volta da sua vitória, o cantor mostra-se bastante entusiasmado com este importante passo na sua carreira e bastante feliz por vir a Portugal. Fã assumido da Eurovisão, esta foi a sua conversa com a equipa do Crónicas de Eurofestivais.

Crónicas de Eurofestivais (CE): Fala-nos um pouco sobre ti. Como te descreves enquanto pessoa? 

Ari Ólafsson (AO) - Sou um rapaz de 19 anos que vive em Vesturbær, perto de Reykjavík. Vivo com a minha mãe, com o meu pai, com um irmão mais pequeno, e com o meu cão! Sou apenas uma daquelas pessoas que sempre soube o que ia fazer a vida toda, e por isso mesmo estou sempre a cantar, a atuar, a dançar, a escrever e também a jogar na consola .. Toda a minha vida :) e sempre sonhei um dia poder ganhar a vida de cantar, atuar ou a escrever.

CE: Como começou a tua carreira musical?

AO - Eu comecei quando tinha 11 anos de idade, como Oliver Twist, no teatro nacional da Islândia. Depois disso, foi deixar as coisas continuarem o seu caminho, e eu não parei de cantar desde então.

CE: Vimos também que és ator. De que é que mais gostas, no final? De cantar, ou de representar? Ou até um bocadinho do "melhor dos dois mundos"?

AO - Sim, acho que é um pouco dos dois! Espero um dia conseguir um papel num musical na Broadway, ou no West End, quem sabe?

CE: Como foi a oportunidade de participares na final nacional da Islândia para a Eurovisão?

AO - Foi muito bom. Pude conhecer um pouco o outro lado desta indústria tão divertida e irreverente. Aprendi muitas coisas também, e isso nunca esquecerei.

CE: O teu 'pós-vitória' gerou um bocadinho de controvérsia. Qual é a tua opinião sobre isso?

AO - Eu chorei bastante, de alegria, após a minha primeira apresentação, e quando eu estava à espera para ser entrevistado também não consegui conter as lágrimas, porque eu estava mesmo muito feliz. É assim que eu sempre fui, sou emotivo e demonstro muito os meus sentimentos, nunca escondo nada, e acho que é muito crucial que as pessoas expressem os seus sentimentos. Se querem chorar, então qual o problema? Se quiserem rir, então devem rir muito! É a melhor coisa para qualquer um, apenas podermos abraçar as nossas emoções.


CE: O que é que se sente, agora que estás um passo de pisares o palco da Eurovisão?

AO - Acho que algo que nem se consegue explicar muito bem. Estou muito feliz!

CE: Costumavas seguir este concurso noutras edições?

AO - Sim, claro que sim. A minha família sempre foi viciada na Eurovisão!

CE: Qual a tua canção favorita em edições anteriores do Festival?

AO - Fairytale, do Alexander Rybak, isto porque sempre gostei muito dele, desde a primeira vez que o vi atuar, quando ainda era criança.




CE: Como nos descreves a tua canção?

AO - É uma música que fala sobre como podemos ser sempre parte da solução e não do problema, porque não importa quem somos e de onde vimos, nós vamos sempre passar por momentos de alguma dor, e se todos nós espalharmos alegria e compaixão ao invés de julgamentos e até mesmo ódio, o mundo provavelmente irá ficar muito melhor!

CE: O que podemos esperar da tua atuação no palco de Lisboa?

AO - Espero mesmo que consiga ter um desempenho incrível e que no final recolha uma sensação de união bastante calorosa!

CE: Já tens alguma/as canção/ões favorita/as na edição deste ano?

AO - Sim, de muitas mesmo :)


CE: Qual é a tua opinião sobre a participação portuguesa neste ano? E no ano passado, concordaste com a vitória do Salvador Sobral?

AO - Gosto da música portuguesa deste ano, mas eu amei o Salvador e a sua música incrível, tocou-me realmente no coração e às vezes gosto muito de cantar a música com que venceu o Festival.

CE: Depois da Eurovisão, quais serão os planos futuros?

AO - Depois da Eurovisão, vou começar a estudar na Royal Academy of Music em Londres, em princípio durante os próximos 4 anos, e portanto, sim estarei já bem ocupado!

CE: Gostarias de deixar alguma mensagem aos nossos leitores e aos fãs portugueses e não só?

AO - Olá a todos! Eu só queria dizer que estou muito animado por poder visitar o vosso incrível país, por ir até Lisboa! E lembrem-se sempre, muito amor para todos :)

Ouça a canção "Our Choice":


Photos: ruv.is/ escXtra.com/ menn.is/ Video: Eurovision Song Contest

ENGLISH VERSION


Ari Ólafsson won the chance to represent Iceland at the Eurovision Song Contest (ESC) 2018, with the song "Our Choice". Even after some controversy, which emerged around his victory, the singer is very enthusiastic about this important step in his career and quite happy to come to Portugal. Being an Eurovison fan, this was his conversation with the Crónicas de Eurofestivais team.

Crónicas de Eurofestivais (CE): Tell us a little about yourself. How do you describe yourself as a person?



Ari Ólafsson (AO) - I'm a 19 year old man who lives in Vesturbær in Reykjavík. I have a little brother, mother and a father and a dog. Im just one of those people who just knew what they were going to be all there life and I've been singing, acting, dancing, writing and playing video games.. All my life :) and I dreamt one day to make a living out of singing, acting or writing. 




CE: How did your musical career begin?

AO - I started when I was 11 years old as Oliver Twist at the national theater of Iceland. After that, the ball just kept on rolling and I haven't stopped singing ever since.

CE: We saw that you are an actor as well. What do you prefer at the end? Music or acting? Or a little bit of ‘best of both worlds’?

AO - Yeah, I think it's a little bit of both! I hope one day to land a part in a musical on Broadway or West End, who knows? 

CE:  How it was to participate in the Icelandic National Final for Eurovision?

AO - It was really nice to get to know another side of this crazy industry and the things I learned, that I will never forget. 

CE: Your victory created a little bit of controversy. What is your opinion about it?

AO - I cried tears of joy after my first performance and when I was waiting for the interview I could not stop crying because I was so happy. This is how I have always been, I'm emotional and I let myself feel all my feelings, I never hold them in and I think that its very crucial that people express there feelings and if they want to cry, then they cry. If they want to laugh, then laugh hard! Its the best thing for yourself, to just embrace your emotions.


CE: What are your main feelings now that you are going to able to perform on the Eurovision stage, in Lisbon?

AO - Its beyond anything trying to explain. I'm so happy. 

CE: Did you use to follow this contest in other editions?




AO - Yes of course, my family is Eurovision crazy. 

CE: Can I ask you your favourite Eurovision song of all time? And why that choice?

AO - Fairytale and its because I love Alexander Rybak ever since I saw him when I was a child. 

CE: How do you describe your song?

AO - Its a song about how we can be part of the solution and not the problem, because no matter where your from, you will always go through pain and if we all would spread out joy and compassion instead of hate and judgement the world would probably get alot better!

CE: What can we expect from you on the Eurovision stage?

AO -  Hopefully an amazing performance and a warm uniting feeling! 

CE: Do you have already any favourite song from this year’s competition? 

AO - Yes, couple of songs :)


CE: What is your opinion about the portuguese participation this year? And what about Salvador? Did you like his song last year and the Portuguese victory?

AO - I like the Portuguese song but I loved Salvador and his amazing song, it really touched my heart and I sing it regularly. 

CE: After Eurovision, what are the future plans?

AO - I'm going to study at The Royal Academy of Music in London for the next 4 years, so it's going to be booked!

CE: Would you like to leave a message to our readers and to the Portuguese fans and others?

AO - Hi guys! I just wanted to say that I'm so excited to come to your amazing city, and just remember, love to all <3

Listen to "Our Choice": 



Photos: ruv.is/ escXtra.com/ menn.is/ Video: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2018: Islândia

por março 24, 2018


Ari Ólafsson - "Our Choice"



André Sousa: Sinceramente, uma balada que a mim não me acrescenta muito. Parece algo antiquado, que já foi ouvido tantas vezes, que já se torna cansativo e enfadonho. Com um fundo de piano, que é aquilo que destaco de mais positivo, poderia ser melhorado este instrumental para a Eurovisão.

Andreia Valente: Ari Ólafsson teria ganho o ESC 1990. “Our Choice” é tão antiquado que chega a ser ofensivo.

Catarina Gouveia: Ouvi esta canção uma vez e espero não ter de a ouvir muitas mais. É um poço de falta de originalidade (tal como todas as canções que participaram no Söngvakeppnin, a pior seleção nacional do ano), está completamente desenquadrada desta semifinal fortíssima e vem à Eurovisão ocupar a categoria de “alguém tem de ficar em último”.

Daniel Fidalgo: Bem, há uma grande diferença entre datado e atemporal.  Um exemplo de uma canção atemporal já todos conhecemos. Um exemplo de uma canção datada é esta que a Islândia traz para a edição de 1988 da Eurovisão! Desculpem! 2018… é das baladas mais desinteressantes que ouvi em vários anos de Eurovisão. Isto já não resulta em lado nenhum! Saudades dos anos de ouro da Islândia, onde eram boas canções atrás de boas canções elegidas para o certame. E mesmo tendo sido há 10 anos atrás, conseguem ser mais atuais do que “Our Choice”. 

Diogo Canudo: Estas canções já estão mais que ultrapassadas, baladas de há 15 anos. Nada que surpreenda, mais do mesmo.

Elizabete Cruz: Parece que a Islândia apostou na música sem sal. Não é desagradável, mas também não agarra.

Jessica Mendes: Uma balada básica que dá para cantar centenas de músicas por cima. 

João Vermelho: É uma balada um pouco datada, mas tem a sua qualidade, para mim o instrumental é o melhor da música.

Neuza Ferreira: Instrumental bastante harmonioso. A mim faz-me lembrar um bocadinho os hits dos anos 80.

Patrícia Leite: É um instrumental demasiado calmo, onde as progressões são poucas. Depressa cai no esquecimento. 

Pedro Anselmo: Instrumental com o ritmo básico de qualquer música, música extremamente datada.

Pedro Lopes: Ai… nem sei que dizer. Tão batida. Mas não no sentido de ser uma música com alguma batida ou ritmo. Está já mesmo um pouco batida e data no ESC.

Tiago Lopes: Instrumental simples, mas bonito. 





André Sousa: A voz tem imensas falhas. Não sei se é pela imaturidade do rapaz que é novo, ou pela falta de experiência. Esta canção pedia uma voz mais madura. Com muita pena minha, vejo que este ano a Islândia não está nada bem representada.

Andreia Valente: A única coisa tolerável desta aposta é mesmo o Ari. Uma voz doce vinda de um rapaz humilde. Merecia uma canção melhor.

Catarina Gouveia: É sempre uma pena quando alguém com boa voz tem uma canção sem ponta por onde se pegue. Ari merecia uma canção melhor, mas dá ao tema o seu único ponto positivo.

Daniel Fidalgo: O rapaz até canta bem, mas não aprecio muito o género. Falta-lhe força nas palavras e muito mais carisma. E aquele agudo tem de ser muito melhor trabalhado. 

Diogo Canudo: Ari Ólafsson é suficiente vocalmente e dá facilmente conta do trabalho que tem a desempenhar. Mas continua a não surpreender, até mesmo nas partes mais altas da canção.

Elizabete Cruz: Ari tem uma voz mais do que competente e que com certeza é o melhor da proposta, mas não a salva.

Jessica Mendes: Está tudo muito bem até que chega a nota mais alta e o rapaz não consegue subir mas toda a gente aplaude na mesma. Conselho de amiga: se não és capaz de chegar a essa nota, deixa-te estar na anterior porque assim não estragas o trabalho impecável que fizeste até aí.

João Vermelho: O Ari peca um pouco a nível vocal ao vivo, tem uma grande voz, mas por vezes desafina.

Neuza Ferreira: Gosto deste registo. Para mim é o melhor desta proposta da Islândia.

Patrícia Leite: Apesar de não ser fã do instrumental, a voz é segura e poderosa, contudo não sei se chegará para ir à final. Os agudos eram escusados.

Pedro Anselmo: O ponto mais forte e mesmo assim não achei nada de especial. Seguro.

Pedro Lopes: Gosto da voz do cantor. Bastante clara e limpa. Tem força suficiente para as algumas exigências da música, como notas mais agudas. Que é o melhor momento da proposta…

Tiago Lopes: Uma voz delicadamente harmoniosa. Timbre bonito e relaxante com uma boa capacidade vocal, principalmente nos agudos.


André Sousa: Não há muito a apontar. Apenas que acabo por nem reparar um pouco nisso porque enquanto ele canta, só me apetece mudar de canal. 

Andreia Valente: Ele é jeitoso e está bem vestido. Não tenho mais nada de bom para dizer.

Catarina Gouveia: A atuação no festival islandês fez lembrar a de “My Heart Is Yours”, da Noruega em 2010. Pois bem, se não resultou para a Noruega, que tinha uma excelente canção, não é aqui que vai resultar de certeza. 

Daniel Fidalgo: A atuação mais perfeita, o melhor jogo de luzes, o melhor jogo de câmaras seriam incapazes de levar este tema à final… espero eu.

Diogo Canudo: Nota-se perfeitamente a inexperiência de Ari em palco, e ele tem mesmo de trabalhar este ponto. É preciso um trabalho de câmaras fenomenal para marcar pela diferença.

Elizabete Cruz: Tirando a carinha bonita de Ari, não tem muito mais que chame a atenção no palco. Só ajuda a que a música seja facilmente esquecida.

Jessica Mendes: É mais do mesmo mas music is felling.

João Vermelho: Esta música não apela a nada muito complexo, algo simples e uma atuação mais carismática são capazes de dar outra vida a esta canção.

Neuza Ferreira: O Ari estático, no centro do palco, com bons planos de imagem é o ideal.

Patrícia Leite: A presença de palco é quase sempre igual durante todo o tempo. No entanto a canção também para a realização de muitas manobras. 

Pedro Anselmo: Não há nada que salve isto, nem sorrir para a câmara. 

Pedro Lopes: O Ari tem um ar muito simpático e carinhoso. Mas não é com caras ou com atitude que se singra na Eurovisão. Mas pode ajudar.

Tiago Lopes: Na atuação na final nacional da Islândia, Ari Ólafsson está acompanhado de uma banda, encontra-se a sorrir durante toda a música e é comunicativo com as câmaras.


André Sousa: É o único ponto mais positivo nesta composição, contudo também encontro algumas incongruências na mesma. 

Andreia Valente: Algo digno de um panfleto dos Testemunhas de Jeová. 

Catarina Gouveia: Mais uma canção sobre a união entre todas as raças e culturas, por um mundo mais tolerante e menos desigual. Para além de a mensagem estar mais do que gasta neste formato, a sua escrita é pobre e previsível.

Daniel Fidalgo: Mais um lugar comum. Não há rigorosamente nada de especial na mensagem desta canção. 

Diogo Canudo: “Our Choice” é uma mensagem de paz e de força que pouco ou nada diz e é semelhante a todas as outras. Há um vazio gigante na profundidade desta letra.

Elizabete Cruz: Esta letra é nada junto de algumas outras letras humanitárias deste ano. Chegou no ano errado.

Jessica Mendes: Fartos de ouvir músicas destas no ESC estamos todos. É preciso uma mestria tremenda com as palavras para fazer apelos à união funcionarem. Não é o caso.

João Vermelho: A letra é muito bonita e a mensagem é bastante forte, outro dos pontos a favor desta canção.

Neuza Ferreira: É uma letra bastante bonita, mas que eu simplesmente não consigo tolerar neste instrumental.

Patrícia Leite: O tema destaca-se. Fala de escolhas e oportunidades ao longo da vida. Será que a Islândia terá oportunidade de pisar o palco duas vezes?

Pedro Anselmo: Uma versão má de uma música do Live-Aid.

Pedro Lopes: Sim, todos nós estamos conscientes das escolhas que podemos fazer. Mas obrigado pelo aviso!

Tiago Lopes: Uma composição que fala da igualdade entre o ser Humano, que há possibilidade de ajudar, estando todos juntos em volta do mesmo. Torna-se repetitiva ao longo da música.





André Sousa: Um belo lugar no fundo da tabela na semifinal. 

Andreia Valente: A Islândia não só vai ficar na semifinal, como também vai ficar em último lugar na semifinal.

Catarina Gouveia: Vai ficar pelo bottom 5 da semifinal.

Daniel Fidalgo: Fica pela semifinal.

Diogo Canudo: Mais um ano sem a Islândia na final.

Elizabete Cruz: A Islândia fica com certeza pela semifinal.

Jessica Mendes: Fica na semifinal.

João Vermelho: Penso que não vai chegar à final.

Neuza Ferreira: Não passa à final.

Patrícia Leite: Só um milagre para passar à final. 

Pedro Anselmo: Último lugar da semifinal.

Pedro Lopes: Mais uma vez, a Islândia mantém-se de fora da final.

Tiago Lopes: Últimos lugares da tabela na semifinal. 


André Sousa: 1 ponto.

Andreia Valente: 1 ponto.

Catarina Gouveia: 0 pontos.

Daniel Fidalgo: 2 pontos.

Diogo Canudo: 2 pontos.

Elizabete Cruz: 2 pontos.

Jessica Mendes: 3 pontos.

João Vermelho: 5 pontos.

Neuza Ferreira: 5 pontos.

Patrícia Leite: 3 pontos.

Pedro Anselmo: 1 ponto.

Pedro Lopes: 3 pontos.

Tiago Lopes: 3 pontos.

Total: 31 pontos


André Sousa: Não confundas representares um país, com cantares no duche.

Andreia Valente: Eu não sei porque é que a Islândia vai viajar 5 mil quilómetros para se humilhar.

Catarina Gouveia: A minha escolha é nunca mais voltar a ouvir isto depois da semifinal.

Daniel Fidalgo: Noruega 2010 manda lembrança e um recado de como se fazer uma boa balada nestes termos. 

Diogo Canudo: Islândia, ultimamente tens feito choices tão erradas.

Elizabete Cruz: Ora aqui está uma música boa para hipertensos.

Jessica Mendes: Because my heart is yours, I’ll never leave you…

João Vermelho: A escolha da Islândia poderia ter sido melhor.

Neuza Ferreira: A Islândia é 8 ou 80.

Patrícia Leite: Uma escolha infeliz.

Pedro Anselmo: “We Are The World” só há um.

Pedro Lopes: Balada um pouco frouxa.

Tiago Lopes: Choices...


1.º Estónia - 144 pontos; 2.º Bélgica - 115 pontos;  3.º Bulgária - 105 pontos; 4.º Albânia - 76 pontos; 5.º Azerbaijão - 69 pontos; 6.º Bielorrússia - 48 pontos; 7.º Islândia - 31 pontos. 

Faça parte do resultado final das Apreciações Musicais e vote nas músicas do ESC 2018 AQUI.

Vídeo: Thorunn Erna Clausen

Islândia: Ari Ólafsson representa o país na Eurovisão 2018

por março 03, 2018


Ari Ólafsson  com a canção "Our Choice" foi o grande vencedor da final nacional da Islândia e irá representar o país em Lisboa.

A concurso estiveram 6 canções. O júri e o televoto contribuíram em 50/50 para a primeira fase de votação e escolheram dois concorrentes para a superfinal. Na superfinal, apenas o televoto pode decidir e Ari Ólafsson venceu com "Our Choice".


Superfinal (100% televoto):

1º lugar: Ari Ólafsson - "Our Choice"

2ª lugar: Dagur Sigurðsson - "Í stormi"

Primeira fase de votações:

1º Lugar: Dagur Sigurðsson - "Í stormi" - 44,730 votos (24,547 do televoto e 20,183 do júri)
2º Lugar: Ari Ólafsson - "Our Choice" - 35,861 votos (18,408 do televoto e 17,453 do júri)
3º Lugar: Heimilistónar - "Kúst og fæjó" - 31,802 votos (17,619 do televoto e 14,183 do júri)
4º Lugar: Aron Hannes - "Gold Digger" - 30,938 votos (14,848 do televoto e 16,090 do júri)
5º Lugar: Fókus - "Battleline" - 25,950 votos (12,853 do televoto 13,091 do júri)
6º Lugar: Áttan - "Here for You" - 13,997 votos (3,360 do televoto e 10,637 do júri)

Oiça a música: [AQUI]

A Islândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1986 e o seu melhor resultado é um segundo lugar por duas vezes: em 1999, com Selma e a canção “All Out of Luck”, e em 2009, com Yohanna e a canção “Is It True?”. Em 2017 o país foi representado por Svala e a canção “Paper”, alcançando o 15º lugar na primeira semifinal com um total de 60 pontos.

Fonte/Imagem: eurovision.tv
Com tecnologia do Blogger.