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Finlândia: confirmada a presença no Festival Eurovisão da Canção 2019

por maio 16, 2018

A emissora pública finlandesa Yleisradio (YLE) confirma a presença do país no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2019.

A YLE pretende participar na 64ª edição do Festival da Eurovisão da Canção em 2019. A emissora ainda não decidiu como funcionará o Uuden Musiikin Kilpailussa 2019, final nacional da Finlândia, optando por lançar a questão ao público, para recolher ideias para o seu formato. Este ano, a emissora optou por selecionar Saara Aalto internamente e o concurso serviu apenas para escolher a sua canção para a Eurovisão.




A Finlândia estreou-se no ESC 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção “Hard Rock Hallellujah". Na edição de 2018, o país foi representado pela artista Saara Aalto, com a canção "Monsters", que alcançou o 25º lugar na Grande Final com 46 pontos.

Recorde em baixo a participação da Finlândia no ESC 2018:


Fonte: Eurovoix / Vídeo/Imagem: Eurovision.tv

Apreciações Musicais - ESC 2018: Finlândia

por abril 01, 2018



Saara Aalto - "Monsters"



André Sousa: A minha grande favorita deste ano! Possa vir o que vier, jamais irei tirar esta canção do número 1 do meu top. Com uma sonoridade bastante actual, "Monsters" é a típica composição que fica na cabeça e que apetece ouvir vezes sem conta. Sempre fui um apaixonado pela Saara, sempre acompanhei o trabalho dela e eu sei, eu sei que ela vai mostrar na Eurovisão tudo aquilo que ela tem dentro dela.

Andreia Valente: “Monsters” é perfeita. A melhor canção dance pop do ano, equiparada com a canção de Israel. Tem um instrumental misterioso, poderoso e bem produzido. Não é nada que não tenhamos ouvido antes, mas que bem que sabe ter algo como “Monsters” na lineup deste ano.

Catarina Gouveia: Bem vinda à Eurovisão, Finlândia! Demorou, mas finalmente vemos o país a apostar com tudo no festival. “Monsters” é indiscutivelmente a fan favorite do ano, com todo o mérito. É uma canção pop com pés e cabeça, com instrumental que não deixa ninguém indiferente.

Daniel Fidalgo: “Monsters” é daquelas canções que agrada logo na primeira audição, mas que pode cair facilmente no esquecimento. Depois de se ouvir mais de 10 vezes, a canção cai numa certa monotonia. Saara é uma cantora excecional e é ela que dá vida a este tema! A canção é boa, mas um pouco descartável e reciclada. Ressalvo, no entanto, que o tema não deixa de ser um bom momento pop dançante.  

Diogo Canudo: “Monsters” é uma música pop-contemporânea e moderna, que vai fazer as delícias aos seguidores deste estilo de música. Algo idêntico ao reportório de Lady Gaga, mas mais ao estilo de Saara e ao que ela fazia no Factor X.

Elizabete Cruz: A Finlândia traz um dos pops mais apelativos do ano, que facilmente fica no ouvido. Não é a coisa mais espantosa do ano, mas é bastante fácil gostar deste instrumental.

Jessica Mendes: Isto tem 3 minutos? É que a mim parece-me bem mais que isso. O refrão é fraquíssimo e depois do segundo há um encher chouriços do pior que já ouvi.

João Vermelho: Melodicamente um pouco cliché, mas gosto dos backing vocals no refrão, o instrumental é super contagiante e faz te logo querer dançar

Neuza Ferreira: Música animada e com um bom ritmo. Para mim é o melhor instrumental dentro das três propostas apresentadas da seleção nacional.

Patrícia Leite: Uma poderosa canção vinda do norte. O instrumental está espetacular. Bem ritmado, animado e com uma ótima batida. A Finlândia está a jogar uma boa carta

Pedro Anselmo: Um tema pop de qualidade, uma canção que fica no ouvido. Um instrumental eletrónico um bocado ao estilo do que ouvimos muitas vezes na rádio, como outras canções presentes nesta edição, mas há aqui algo que a diferencia e que a põe num nível acima das restantes.

Pedro Lopes: Das três músicas apresentadas por Saara ao UMK, Monsters acabou por se destacar pelo seu forte instrumental. Continuamos a achar é que já ouvimos coisas parecidas, no passado… 

Tiago Lopes: Um instrumental bastante cativante, com uma boa batida e sons eletrónicos que dificilmente deixarão alguém quieto no seu lugar. 


André Sousa: Aquelas vozes que não me cansam de ouvir. Aquela voz que se adapta a todos os estilos e a todos os registos. A Saara tem dentro dela uma grande vontade de vencer na vida e esta canção é mais uma exemplo disso. Agarrou desde o início o tema e só posso dizer que me cativou deste o primeiro momento.

Andreia Valente: Saara Alto foi a escolha certa. Ela arrasa as notas mais difíceis e não vacila. Vocalmente, não há nada a apontar.

Catarina Gouveia: A Finlândia tem uma das melhores vozes do ano. A prova de que a música pop não vive apenas de "fogo de artifício", pois não é qualquer pessoa que consegue aguentar uma canção assim estando vocalmente irrepreensível do início ao fim.

Daniel Fidalgo: Incrível. Já conhecia este poder vocal da Saara desde “No Fears” e já estava à espera de um arraso vocal. Saara canta com muita alma e torna um tema mediano em algo bom.

Diogo Canudo: Saara Aaalto tem das melhores vozes deste ano, talvez a melhor feminina. Uma das coisas de que gosto mais nela é o facto de a voz dela nunca falhar, mesmo que até dê o pino em palco.

Elizabete Cruz: Não acho que Saara Alto tenha uma má voz, mas em várias ocasiões da música não consigo ter certeza se é falha vocal ou só o jeito dela cantar. De qualquer forma, ela parece-me competente.

Jessica Mendes: Não sou fã do timbre da Saara mas é inegável a qualidade vocal dela apesar de às vezes me dar a sensação que ela está a esforçar demasiado a voz para atingir certas notas.

João Vermelho: A Saara tem uma excelente voz, tem um power necessário para esta música e encaixa na perfeição

Neuza Ferreira: Eu adoro a voz da Saara e o mais importante é que ela tem um trabalho vocal competente.

Patrícia Leite: Nada a apontar. Uma voz extremamente segura, cativante, apenas deverá melhorar o controlo da respiração devido aos muitos passos de dança. De resto, espetacular!

Pedro Anselmo: O facto de ser segunda classificada no X Factor do Reino Unido deverá querer dizer alguma coisa. Uma voz potentíssima!

Pedro Lopes: 2.º lugar na última edição do X Factor UK. Mais? Acho que não.

Tiago Lopes: Basta ver o percurso de Saara Aalto para conhecer as suas capacidades vocais, nada a acrescentar. 





André Sousa: Apesar de ter gostado muito do que ela fez em palco, confesso que esperava um pouco mais. Só espero que siga muito aquele do caminho que seguiu no X Factor. A interpretação que ela fez da Lady Gaga ficava perfeita neste tema. Assim, espero que existam alterações muito significativas, porque  a Saara é capaz de fazer muito mas muito mais. 

Andreia Valente: A Saara Alto é a diva que a Finlândia precisava depois da injustiça que aconteceu com os Norma John. Ela domina a coreografia e tem personalidade suficiente para encher o palco inteiro.

Catarina Gouveia: Se havia qualquer dúvida de que a Saara é uma performer com o pacote completo, elas deixaram de existir após vermos as atuações do UMK. Ela é daquelas artistas que capazes de preencher um palco enorme mesmo estando sozinha. Ainda assim, “Monsters” merece algo mais do que foi apresentado na Finlândia. Mais luz, menos tensão e frieza na coreografia.

Daniel Fidalgo: Penso que muito pouco deverá ser mudado relativamente ao UMK 2018. A atuação já foi bastante profissional e adequada ao tema. 

Diogo Canudo: De facto, quando esperamos algo da Saara, acreditamos que a atuação vai ser do mais lacrador possível. Na final nacional deixou um pouco a desejar, mas acredito que melhore.

Elizabete Cruz: Convenhamos, tem muita coisa a acontecer naquele palco. Muita gente, muita cor, até bandeiras. O outfit também é horrível. Ainda que Saara saiba como estar em palco, acho que visualmente tem demasiadas coisas para se prestar atenção.

Jessica Mendes: Saara Aalto é muito boa em placo mas a atuação do UMK deixou muito a desejar. Mas pelo menos temos candidata ao Barbara Dex.

João Vermelho: Penso que se manter o cenário e a coreografia no UMK, acho que estará muito bem em Lisboa.

Neuza Ferreira: O pior aspeto desta proposta. Na minha opinião, há muita coisa a ser melhorada ainda.

Patrícia Leite: Este é o ponto mais forte e aquele que pode favorecer a canção finlandesa. Como é uma canção pop tem a vantagem de ter os mais variados efeitos (pirotecnia, luzes, etc). A meu ver, se mantiverem a atuação da final finlandesa, a Finlândia poderá ir longe.

Pedro Anselmo: O palco nunca é demasiado grande para ela, que dá sempre um espetáculo excelente. Contudo, deverá mudar a sua actuação no ESC, já que na final nacional poderia ter feito melhor.

Pedro Lopes: Confesso que, apesar da atuação bastante bem construída no UMK 2018, fiquei a achar que a Saara esteve um pouco aquém daquilo que a vimos fazer várias vezes no X Factor. Mas, continua a assumir que ela nasceu para os palcos.

Tiago Lopes: Mais uma vez, a experiência da intérprete fala por si. Finlândia a apostar forte este ano, espera-se uma grande performance e uma excelente atuação da Saara.


André Sousa: Gosto da letra, gosto da mensagem e, sobretudo, gosto como a mesma é interpretada pela Saara.

Andreia Valente: Supondo que “Monsters” é uma canção de LGBT+ empowerment, faz todo o sentido para uma das competições mais LGBT+ friendly do mundo. Com o que está a passar em sítios como a Chechénia, é preciso usar esta plataforma internacional para passar uma mensagem de união e tolerância. Os russos vão adorar!

Catarina Gouveia: "Monsters" fala de superar inseguranças e medos encarando o que temos de diferente como algo positivo. Tem uma mensagem excelente!

Daniel Fidalgo: A canção fala sobre deixarmos os nossos medos para trás e seguirmos em frente, sem receios. “I ain´t gonna hold on to these monsters anymore” é a porra de um verso que não sai da cabeça de ninguém. 

Diogo Canudo: Uma música que destaca pontos importantes da nossa sociedade, como a discriminação e a aceitação das diferenças. É mais do que batida na Eurovisão, mas é bom o esforço que Saara Aalto está a tentar a levar para palco. Acredito que seja um pouco o retrato da sua história.

Elizabete Cruz: A letra é basicamente sobre aceitação, um tema que é sempre importante dar relevância, já que infelizmente continua a haver muita gente que não é ainda capaz de abraçar os seus monstros.

Jessica Mendes: “Não tenho mais medo”, “não tenho mais medo”, “não tenho mais medo”, “não tenho mais medo”. É isto durante 3 minutos.

João Vermelho: Apesar da construção da letra ser um pouco básica, o refrão é uma valente chiclete que fica grudada na cabeça, e tem a sua mensagem que é bastante importante.

Neuza Ferreira: A letra até pode ser um tanto ou quanto banal, mas não deixa de ser uma letra bem composta e com um refrão que facilmente fica no ouvido. Acredito que haja muito boa gente a cantarolar isto por aí.

Patrícia Leite: A principal mensagem desta canção é “determinação para ultrapassar os medos e obstáculos”, o que se adequa na perfeição a este instrumental que serve de “linha motivadora”. Adoro!

Pedro Anselmo: Penso que a letra seja o ponto mais fraco. Não é nada de especial e acaba por ser repetitivo.

Pedro Lopes: Acho que uma larga maioria dos fãs eurovisivos gosta de se sentir enquadrado nesta letra.

Tiago Lopes: Uma composição que fala do virar da página para enfrentarmos os nossos “monstros”, limpar as lágrimas e enfrentar a vida.


André Sousa: Eu sonho com a vitória da Finlândia este ano e só espero não ficar desiludido com o resultado final. 

Andreia Valente: Eu nem quero pensar na possibilidade da Finlândia não se qualificar para a final. Mas como disse o ano passado: é uma possibilidade.

Catarina Gouveia: Apesar de ser uma grande favorita dos fãs, a Eurovisão já nos deu várias provas de que isso pouco importa. Pode ser a canção que irá tirar a Finlândia do fundo, mas também pode ser a desilusão do ano.

Daniel Fidalgo: Receio que a Saara surpreenda tudo e todos ao ficar pela semifinal… espero que não. 

Diogo Canudo:  Acredito que, com uma boa atuação, pode fazer a diferença. Top 10. 

Elizabete Cruz: Facilmente imagino esta música a flopar, mas veremos.

Jessica Mendes: Cheira-me a flop.

João Vermelho: Uma passagem à final confortável, mas não sei se terá uma boa classificação na final, principalmente por parte do júri.

Neuza Ferreira: Top 15.

Patrícia Leite: Um top 10 bem merecido!

Pedro Anselmo: Atinge de certeza um top 10. Poderá chegar ao top 5 mais pela sua popularidade.

Pedro Lopes: Finlândia volta à final do ESC, como já bem merece.

Tiago Lopes: Facilmente top 10 na final.


André Sousa:  12 pontos.

Andreia Valente: 12 pontos.

Catarina Gouveia: 10 pontos.

Daniel Fidalgo: 8 pontos.

Diogo Canudo: 12 pontos.

Elizabete Cruz: 5 pontos.

Jessica Mendes: 3 pontos.

João Vermelho: 7 pontos.

Neuza Ferreira: 8 pontos.

Patrícia Leite: 10 pontos.

Pedro Anselmo: 10 pontos.

Pedro Lopes: 10 pontos.

Tiago Lopes: 10 pontos.

Total: 117 pontos





André Sousa: Saara só tu és capaz de me tirar o medo que tenho de monstros!

Andreia Valente: Não quiseram “Blackbird”? Agora tomem esta farofa agressiva.

Catarina Gouveia: O verdadeiro BOP de que todos nós precisávamos! 

Daniel Fidalgo: Estava à espera de mais…

Diogo Canudo: Vénias para a rainha da Eurovisão 2018, por favor.

Elizabete Cruz: Diria que a Saara tirou mesmo um monstro do armário, e foi aquela roupa tenebrosa.

Jessica Mendes: Não dava para mandar antes o Saari?

João Vermelho: Não vejo assim tanta qualidade nesta música como estão a fazer passar, apesar de gostar muito dela, mas um top 10 acho demasiado.

Neuza Ferreira: Que bom que é ver a Saara finalmente na Eurovisão!

Patrícia Leite: Monstruosamente espetacular!

Pedro Anselmo: Será que, como já vem sendo hábito, a Saara fica em segundo lugar mais uma vez?

Pedro Lopes: Quero um slay completo no Altice Arena.

Tiago Lopes: If you can’t fight your monsters, how the hell you gonna fight anybody else?


1.º Estónia - 144 pontos; 2.º Finlândia - 117 pontos; 3.º Bélgica - 115 pontos;  4.º Israel - 112 pontos; 5.º Áustria - 107 pontos; 6.º Bulgária - 105 pontos; 7.º Arménia - 100 pontos; 8.º República Checa - 85 pontos; 9.º Lituânia - 77 pontos; 10.º Albânia - 76 pontos; 11.º Chipre - 75 pontos; 12.º Azerbaijão - 69 pontos; 13.º Croácia - 66 pontos; 14.º Bielorrússia - 48 pontos; 15.º Islândia - 31 pontos. 

Faça parte do resultado final das Apreciações Musicais e vote nas músicas do ESC 2018 AQUI.

Vídeo: Eurovision Song Contest

Finlândia: "Monsters" irá ser ouvida no ESC 2018

por março 03, 2018

Depois da apresentação por Saara Aalto das três canções a concurso na final nacional finlandesa Uuden Musiikin Kilpailu (UMK) 2018, "Monsters" foi o tema escolhido para representar o país no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2018. 

As canções deixadas para trás foram "Queens" e "Domino". "Monsters" foi elegida através de uma votação a cargo de um painel de jurados internacional (50%) e o do público (50%). 





Resultados do UMK 2018:

"Monters" (88J+95P = 183 )
"Queens" (84J+75P =  159)
"Domino" (68J+70P =  138)

J: votos dos jurados/P: votos do público

Ouça "Monsters": [AQUI]

A Finlândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção “Hard Rock Hallellujah". Em 2017 o país foi representado pelos Norma John e a canção “Blackbird”, alcançando o 12º lugar na primeira semifinal com um total de 92 pontos.

Imagem: wiwibloggs

Finlândia: última música do UMK revelada

por fevereiro 22, 2018

"Queens", a última música a concurso na final nacional finlandesa, foi revelada esta quinta-feira.

Os ingleses do The Sun publicaram o vídeo da canção de Saara Aalto, a representante finlandesa para a Eurovisão 2018, um dia antes da data de lançamento do mesmo. Assim sendo, já são conhecidas todas as músicas que a cantora vai interpretar na final nacional finlandesa. Pode ouvir "Queens" de seguida e as duas primeiras, "Monsters" e "Domino", aqui e aqui.





A Finlândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção “Hard Rock Hallellujah". Em 2017 o país foi representado pelos Norma John e a canção “Blackbird”, alcançando o 12.º lugar na primeira semifinal com um total de 92 pontos. 

Fonte/Imagem/Vídeo: Saara Aalto

Finlândia: Saara Aalto divulga a segunda música em competição no UMK 2018

por fevereiro 15, 2018

Saara Aalto, a representante finlandesa na Eurovisão 2018, já revelou a segunda canção em competição no Uuden Musiikin Kilpailu (UMK). Domino é o título da proposta!

Depois de ter sido escolhida internamente pela emissora finlandesa para representar o país no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2018, Saara Aalto tem vindo a divulgar as três músicas com as quais vai competir na edição deste ano do UMK 2018. Hoje, apresentou ao público a sua segunda música. Oiça a música, clicando no link abaixo.





Esta é a segunda canção, de três, que a cantora irá apresentar no próximo dia três de março. Já antes, Monsters foi apresentada como a primeira canção que também vai estar em competição. Uma terceira canção, que também estará a concurso, será apresentada em breve. O público finlandês terá a responsabilidade de escolher depois qual a canção que quer ver no palco de Lisboa.

A Finlândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção “Hard Rock Hallellujah". Em 2017 o país foi representado pelos Norma John e a canção “Blackbird”, alcançando o 12º lugar na primeira semifinal com um total de 92 pontos. 


Fonte, Imagem e Vídeo: Saara Aalto e YouTube

Finlândia: primeira canção do UMK será revelada a 9 de fevereiro

por janeiro 10, 2018

As três canções que Saara Aalto, representante da Finlândia para a próxima edição do Festival Eurovisão da Canção, irá interpretar na seleção nacional do país, serão conhecidas durante o próximo mês de fevereiro.

Foi comunicado pela emissora pública da Finlândia, a Yleisradio, que as três canções serão divulgadas durante três sextas-feiras consecutivas do mês de fevereiro, sendo que a primeira será revelada no dia 9, a segunda no dia 16, e a terceira no dia 23. Cada tema será revelado juntamente com um videoclip oficial, às 22 horas de Portugal Continental, através do site oficial do Uuden Musiikin Kilpailu (UMK).

Recordamos que esta é a primeira vez que a Finlândia escolheu o seu representante por seleção interna, tendo sido revelado durante o mês de novembro que seria Saara Aalto, participante no programa X-Factor 2016.

Fonte/Imagem: ESCToday



Finlândia: Saara Aalto escolhe três canções para a final nacional

por janeiro 03, 2018

A cantora Saara Aalto, representante finlandesa para o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2018, já terá escolhido as três canções que interpretará na final finlandesa. 

A notícia foi avançada pela própria Saara Aalto através da sua conta da rede social Twitter, onde a cantora refere a escolha de três canções para a final nacional finlandesa, o "UMK", onde será escolhida a canção representante da Finlândia para o ESC 2018, a acontecer no próximo mês de maio, em Lisboa. 

Ainda não se conhece nenhum detalhe relacionado com as canções que a cantora apresentará, contudo, sabe-se que Saara tem vindo a colaborar com a cantora, produtora e compositora sueca, Linnea Deb, que foi responsável também pela canção que venceu o concurso europeu em 2015, "Heroes", interpretada por Mans Zelmerlöw. 

As três canções serão apresentadas e interpretadas por Saara Aalto no Uuden Musiikin Kilpailu, final finlandesa que está agendada para o dia 3 de março de 2018. 

Quanto a Saara Aalto, a cantora foi escolhida internamente e representará a Finlândia, em Portugal. 

Recordemos que a Finlândia teve a sua primeira participação em 1961. Na edição passada, em Kiev, o país foi representado pela dupla Norma John, com a canção "Blackbird", tendo ficado na semifinal, onde alcançou o 12º lugar, com 92 pontos. 

Recorde em baixo a participação finlandesa no ESC 2017:


Fonte: Eurovoix / Vídeo: Eurovision 



Finlândia: Saara Aaalto compôs 4 canções com Linnea Deb

por dezembro 01, 2017

Saara Aalto, representante da Finlândia no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2018, revelou que escreveu quatro músicas com Linnea Deb, compositora sueca.

No início deste mês, Saara Aalto foi selecionada internamente como representante finlandesa para a próxima edição do Festival Eurovisão da Canção (ESC), como foi anunciado aqui. Saara irá interpretar três canções no Uuden Musiikin Kilpailu (UMK) 2018, final nacional da Finlândia, e a que tiver mais votos será a que a artista irá defender no certame.

A artista postou no seu Twitter oficial que as canções que irá apresentar no UMK 2018 foram compostas em conjunto com Linnea Deb, compositora sueca bastante conhecida. Saara revelou também que a canção escolhida como canção para representar a Finlândia no ESC 2018 será o seu primeiro single internacional.

A Finlândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção "Hard Rock Hallellujah". Em 2017 o país foi representado pelos Norma John e a canção "Blackbird", alcançando o 12º lugar na primeira semifinal com um total de 92 pontos. 

Fonte: ESCPedia



Finlândia: revelados detalhes para o UMK 2018

por novembro 09, 2017

Após a mudança no formato do UMK, e o anúncio de Saara Aalto como a representante da Finlândia no Festival Eurovisão da Canção 2018, são agora revelados  mais detalhes acerca da final nacional.

A final nacional finlandesa irá realizar a 3 de março na Espoo Metro Areena, com Krista Siegfrids e Mikko Silvennoinen como apresentadores. Saara Aalto irá cantar três músicas compostas para a Eurovisão 2018, e uma irá ser escolhida através do televoto e de um júri internacional. 

Os bilhetes para a final nacional finlandesa, irão estar à venda a 14 de novembro.

Fonte/Imagem: esctoday



Finlândia: 300 canções submetidas para a final nacional

por novembro 08, 2017

Com a revelação da escolha interna de Saara Aalto como a representante finlandesa em Lisboa, fecharam-se as oportunidades de todos aqueles que tentaram uma participação no Uuden Musikiin Kilpailu (UMK) do próximo ano.

Depois de ontem se ter ficado a conhecer o nome de Saara Aalto como a próxima representante da Finlândia, muitos foram os que questionaram quanto às propostas enviadas para o UMK, a seleção nacional do país. Agora, a Yleisradio (YLE), revelou, em comunicado, que recebeu um total de 300 canções, sendo que, com a escolha já definida, os mesmos "estão totalmente livres de divulgarem os seus trabalhos". 

Assim, será espectável que seja a própria YLE a escolher os compositores que irão participar na edição de 2018 do UMK, com temas para a voz de Saara Aalto. De relembrar que a edição do próximo ano desta seleção nacional irá decorrer no dia 3 de março, com moldes idênticos aos de anos anteriores, como pode recordar [AQUI].

A Finlândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção “Hard Rock Hallellujah". Em 2017 o país foi representado pelos Norma John e a canção “Blackbird”, alcançando o 12º lugar na primeira semifinal com um total de 92 pontos. 

Recorde "Blackbird":


Fonte: Eurovoix/Imagem: ESCToday/Vídeo: Eurovision Song Contest



Finlândia: Saara Aalto representa o país na Eurovisão

por novembro 07, 2017

Saara Aalto foi a escolhida para representar a Finlândia na próxima edição do Festival Eurovisão da Canção (ESC) em Lisboa.

A Yleisradio (YLE), emissora nacional da Finlândia, acaba de revelar o nome da cantora Saara Aalto como a próxima representante do país na Eurovisão. A YLE decidiu mudar o seu processo de seleção, escolhendo a cantora de forma interna, continuando a realizar, contudo, o Uuden Musikiin Kilpailu (UMK), a já habitual seletiva finlandesa.

Assim, a edição deste ano do UMK irá ver Saara Aalto interpretar três canções compostas especificamente para a mesma, sendo que a escolha da canção vencedora será determinada pelo voto de um júri internacional, assim como pelo público. A gala desta seletiva está marcada para o dia 3 de março.

Saara Aalto, em declarações à página Eurovision.tv, mostrou-se bastante satisfeita por ter sido escolhida, revelando que "a experiência vai ser fantástica, independentemente do resultado que venha a obter na competição". Recorde-se que Saara Aalto fora muitas vezes apontada pelos eurofãs como uma escolha para representar a Finlândia na Eurovisão, depois da mesma ter mostrado todas as suas capacidades em programas como The Voice of Finland e X Factor UK.

A Finlândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção "Hard Rock Hallelujah". Em 2017, o país foi representado pelos Norma John e a canção "Blackbird", alcançando o 12º lugar na primeira semifinal com um total de 92 pontos.

Recorde "Blackbird"

Fonte, Imagem e Vídeo: Eurovision.tv



Finlândia: artistas para o UMK revelados a 7 de novembro

por outubro 25, 2017

A emissora finlandesa Yleisradio (YLE) revelou que os artistas participantes do Uuden Musiikin Kilpailu (UMK) 2018, final nacional finlandesa, irão ser divulgados no dia 7 de novembro.

O anúncio será feito através de uma conferência de imprensa. Para além dos participantes, também serão discutidos detalhes da final nacional, a realizar-se em 2018, do qual sairá os representantes da Finlândia para o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2018, a realizar-se em Lisboa.

A Finlândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção “Hard Rock Hallellujah". Em 2017 o país foi representado pelos Norma John e a canção “Blackbird”, alcançando o 12º lugar na primeira semifinal com um total de 92 pontos.

Ouça "Blackbird":



Fonte: eurovoix/Imagem: escpedia/ Vídeo: eurovision song contest



Finlândia: candidaturas para o UMK 2018 encerradas

por setembro 05, 2017

Os finlandeses anunciaram, através do Instagram do UMK, final nacional finlandesa, que as candidaturas para 2018 já estão encerradas.

As candidaturas para o UMK 2018, final nacional filandesa, estão encerradas. O prazo para a submissão destas ocorreu entre um e quatro de setembro. O anúncio foi feito através de uma fotografia no Instagram, onde se pode ver uma hard drive que contém todas as músicas submetidas.

Veja a fotografia publicada no Instagram:


As músicas submetidas irã ser avaliadas por um painel de jurados da Yleisradio (YLE), emissora estatal da Finlândia, que selecionará as melhores para competiram na final.

A Finlândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção “Hard Rock Hallellujah". Em 2017 o país foi representado pelos Norma John e a canção “Blackbird”, alcançando o 12º lugar na primeira semifinal com um total de 92 pontos.

Reveja “Blackbird”:


Fonte/Imagem: ESCPortugal; Vídeo: Eurovision.tv



Finlândia: YLE revela prazo de inscrições para o UMK 2018

por agosto 26, 2017

A emissora nacional finlandesa usará pela sétima vez o UMK, como formato de seleção para o Festival Eurovisão da Canção.

Todos os interessados em participar no festival UMK 2018, deverão enviar as suas candidaturas para a sede da emissora entre 1 e 4 de setembro, sendo que um dos compositores e os cantores principais devem ser cidadãos finlandeses e/ou viver permanentemente na Finlândia. A emissora apenas permite o envio de uma canção por cantor contudo, um individuo pode integrar mais do que um grupo na pré-seleção.

Após a aprovação das inscrições, um painel de jurados da YLE analisará todas as propostas e irá selecionar os finalistas da competição. O formato de votação ainda não foi decidido, sendo que o mesmo deverá ser revelado nos próximos meses.

A Finlândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção “Hard Rock Hallellujah". Em 2017 o país foi representado pelos Norma John e a canção “Blackbird”, alcançando o 12º lugar na primeira semifinal com um total de 92 pontos. 

Fonte/Imagem: escportugal, wiwibloggs




ESC 2018: Finlândia oficializa participação

por agosto 21, 2017
Imagem relacionada

A Yleisradio (YLE), a emissora pública da Finlândia confirmou que o país vai participar no Festival Eurovisão da Canção 2018, que se irá realizar em Portugal.

Espera-se que o habitual festival UMK aconteça e que seja por ele que se irá escolher o representante do país para a Eurovisão.

Relembramos que o evento acontece nos dias 8, 10 e 12 de maio, e conta com a participação de 28 países para já: Alemanha, Arménia, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bielorrússia, Chipre, Dinamarca, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Geórgia, Irlanda, Holanda, Islândia, Letónia, Lituânia, Malta, Noruega, Polónia, Portugal, República Checa, Roménia, Rússia, Sérvia, Suécia e Suíça.

A Finlândia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou uma vez: em 2006, com Lordi e a canção “Hard Rock Hallellujah". Em 2017 o país foi representado pelos Norma John e a canção “Blackbird”, alcançando o 12º lugar na primeira semifinal com um total de 92 pontos. 

Fonte/Imagem: Festivais da Canção.



Apreciações Musicais - ESC 2017: Finlândia

por março 21, 2017



NORMA JOHN- "BLACKBIRD"





André Sousa: "Blackbird" é dos melhores instrumentais desta edição. O solo do piano é algo de arrepiante. Um tema bastante sombrio, bastante invulgar e com uma sonoridade fantástica. 

Andreia Valente: Uma composição muito simples mas brilhante. O ambiente que o instrumental cria é algo mágico! 

Catarina Gouveia: Já era sem tempo da Finlândia acordar para a vida e voltar a ter uma canção com o mínimo de qualidade. "Blackbird" é uma canção com um instrumental monótono, constante mas verdadeiramente apaixonante.

Daniel Fidalgo: Incrivelmente bonito. Foge aos estereótipos eurovisivos. Orgânico, obscuro, profundo. Condiz perfeitamente com a mensagem da canção. 

Diogo Canudo: "Blackbird" apresenta um instrumental sombrio mas ao mesmo tempo envolvente. Além de ter uma orquestração brutal, consegue adequar-se perfeitamente ao sentido de festival e de nos levar a imaginar outros mundos e outras histórias.

Elizabete Cruz: Não sendo nem de perto das minhas músicas preferidas, tenho que admitir que esta é especial. No meio de tanta porcaria que há este ano, é um prazer ouvir algo que realmente é capaz de nos fazer sentir alguma coisa.

Jessica Mendes: É de louvar a tentativa de fazer uma coisa simples e clássica mas há aqui uma falha. Depois do solo do piano a música pede uma explosão e tudo o que temos é mais do mesmo. Não vejo a maravilha que todos veem, vejo apenas mais uma música chata.

Joana Raimundo: Olá baladona, onde já te ouvi?

Neuza Ferreira: Fenomenal. Completamente adequado à letra e à voz da Norma.


André Sousa: A vocalista dos Norma John é fantástica. O seu poder vocal é enorme e a sua interpretação é única. Todas as palavras ali são sentidas e isso só faz com que o tema ganhe ainda mais sentido e mais presença. Fantástico!

Andreia Valente: Leena dos Norma John tem uma voz única saída de um lugar divino.

Catarina Gouveia: Leena, em certas partes da música, transmite uma sensação de insegurança, nomeadamente no refrão. É algo a ser melhorado até maio.

Daniel Fidalgo: Das melhores vozes desta edição. De uma sensibilidade muito emocionante. 

Diogo Canudo: Leena Tirronen, vocalista dos Norma John, é irrepreensível. Além de ter uma voz fenomenal, é demasiado arrepiante. Quando a oiço, fico sempre arrepiado. Não é qualquer cantora que consegue fazer isso. Parabéns!

Elizabete Cruz: Leena tem uma voz que, para além de ser boa, é também emotiva. Grande parte do efeito desta música reside na capacidade de ela dar significado às palavras que canta.

Jessica Mendes: Ela é fenomenal. Não erra uma nota, não desafina um segundo e a música não é nada fácil.

Joana Raimundo: A voz de Leena é belíssima. Mas não penso que se destaque por aí além, não é nada de especial. 

Neuza Ferreira: Meh. Não tem grande voz, mas assenta bem na letra e no instrumental... É o que importa.


André Sousa: Já a atuação na final nacional foi muito boa. Toda a envolvência do piano, das roupas negras, do visual, tudo foi fantástico. Apostar na simplicidade resulta, e este é um desses casos. 

Andreia Valente: O ponto mais forte desta canção é o ambiente assombroso que os Norma John criam. Impossível não se ficar encantado. 

Catarina Gouveia: Tudo bem que a música é melancólica e calma, mas a verdade é que nada acontece em palco. O trabalho com as câmaras será fundamental numa atuação como esta.

Daniel Fidalgo: Excelente. Não se pode pedir mais em Kiev. Espero que mantenham a atuação relativamente à final nacional. 

Diogo Canudo: A atuação na final do UMK 2017 já foi, por si só, extraordinária. Devem continuar com um visual sombrio e escuro. No entanto espero ainda algo mais surpreendente, com efeitos visuais e que faça com que a mensagem da letra ainda seja mais passada para o público em geral.

Elizabete Cruz: Um cenário simples e intimista é tudo o que esta atuação precisa e o que vimos na final nacional é suficiente.

Jessica Mendes: É o que se esperava desta música. Um palco sombrio e tudo estático. Faz sentido.

Joana Raimundo: Gosto do ambiente sóbrio, obviamente que o vestido negro se encaixa perfeitamente na atuação, e espero que não mudem nada daquilo que se viu na final nacional finlandesa.

Neuza Ferreira: Assim de repente ela parecia-me a Adele: estática no meio do palco. É o que o tema pede. O pianista lá atrás é um detalhe interessante... Maravilhoso.


André Sousa: Esta é uma das letras que nos faz parar para a entender. Para quem não sabe sentir, este será apenas só mais um tema. Para quem se debruça sobre a letra e o seu verdadeiro significado, este é "O tema". Lindo.

Andreia Valente: Uma letra muito bem trabalhada que acompanha na perfeição o instrumental.

Catarina Gouveia: Confesso que adoro. É uma forma original de lidar musicalmente com uma relação acabada.

Daniel Fidalgo: Um poema lindíssimo. Provavelmente, a segunda melhor letra desta edição (a seguir ao tema português eheh).

Diogo Canudo: Esta letra faz-me pensar tanto. Com tão pouco diz tanto. Há letras que nos fazem sonhar, imaginar outras histórias, criam reflexões, deixam-nos emotivos. E este "Blackbird" é genial nesse sentido. Talvez a melhor letra desta edição. Parabéns!

Elizabete Cruz: A juntar a uma melodia tão especial, a letra tinha de ser igualmente especial. Bem longe de clichés, a própria letra cria uma atmosfera diferente de praticamente todas as outras músicas.

Jessica Mendes: É uma letra bem construída que nos conta uma história triste mas de uma maneira menos usual. É um ponto positivo.

Joana Raimundo: Dor e tal, desgosto amoroso, sim, é bonitinha, tenta ter um grande significado mas acho que não chegou lá.

Neuza Ferreira: Título interessante que não remete muito para a letra. Mais uma letra deep. É bonita, mas pronto, este ano apostou tudo no mesmo. 


André Sousa: Só espero que se faça jus à canção.

Andreia Valente: Temo que esta vai ser uma das canções injustiçadas do ano e vai ficar-se pela semifinal.

Catarina Gouveia: Ainda que seja uma das baladas mais bonitas do ano, não é possível ter a certeza de que isso será suficiente. Em 2012 a Finlândia teve uma proposta semelhante que não passou à final.

Daniel Fidalgo: Candidata à vitória.

Diogo Canudo: Ficará no top 15 deste ano.

Elizabete Cruz: Apesar de não amar a música, vejo-lhe a qualidade e por isso desejo um bom resultado para ela.

Jessica Mendes: A Finlândia deverá estar de regresso à final.

Joana Raimundo: No meio de tanta balada igual, duvido que esta seja uma das que ganhe destaque. Semifinal.

Neuza Ferreira: Top 15, no mínimo!


André Sousa: 10 pontos.

Andreia Valente: 7 pontos.

Catarina Gouveia: 6 pontos.

Daniel Fidalgo: 12 pontos.

Diogo Canudo: 7 pontos.

Elizabete Cruz: 5 pontos.

Jessica Mendes: 6 pontos.

Joana Raimundo: 5 pontos.

Neuza Ferreira: 10 pontos.

Total: 68 pontos.


André Sousa: Primeiro estranha-se, depois entranha-se. 

Andreia Valente: Bruxaria da boa! 

Catarina Gouveia: Já imaginei tudo na Eurovisão, mas nunca uma música sobre um melro preto.

Daniel Fidalgo: Arte.

Diogo Canudo: Pura arte.

Elizabete Cruz: Já tínhamos saudades de ver a Finlândia com algo decente!

Jessica Mendes: Ela pede ao pássaro que não cante, eu peço a metade dos concorrentes deste ano.

Joana Raimundo: Linda… para embalar os bebés à noite. 

Neuza Ferreira: Multiplica Senhor, multiplica.


1.º Azerbaijão - 77 pontos; 2 Finlândia - 68 pontos; 3.º Bélgica - 63 pontos; 4.º Austrália - 60 pontos; 5.º Albânia - 56 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest
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