Featured Slide

5/slideshow/custom

Lituânia: Greta Zazza e Route Loop regressam à competição

por fevereiro 21, 2018

O público já fez a sua escolha: Greta Zazza e Ruta Loop são as artistas que retornam para as semifinais da seleção nacional da Lituânia.

A estação televisiva Lietuvos Nacionalinis Radijas ir Televizija (LRT) deu o poder de decisão ao público para votar nos artistas dentro dos quais já foram eliminados. Os votos foram contados e os dois artistas que ganharam uma segunda chance e que vão para as semifinais da Eurovizija 2018 foram Greta Zazza e Ruta Loop. Greta Zazza com a canção “Broken shadows” ganhou com 4484 votos e Route Loop com a canção “Positive thoughts” conseguiu 3928.




A Lituânia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um sexto lugar: em 2006, com LT United e a canção "We are the winners". Em 2017 o país foi representado por Fusedmarc e a canção "Rain of Revolution", alcançando o 17º lugar na segunda semifinal com um total de 42 pontos.

Fonte/Imagem: Esctoday

FC 2018: a RTP disponibiliza mais bilhetes para a final

por fevereiro 21, 2018

A Rádio e Televisão de Portugal (RTP) colocou hoje de manhã mais 400 bilhetes à venda para a final do Festival da Canção, que terá lugar no Multiusos de Guimarães.

Ao todo, serão 14 canções que iram atuar na grande final do dia 4 de março, que também contará com especiais homenagens e retrospetivas dos festivais anteriores, como foi avançado na conferência de imprensa de dia 18 de janeiro.

Para aceder à compra dos ingressos, visite o site da blueticket.pt.




Relembramos que a segunda semifinal decorre no próximo domingo e estarão a concurso Cláudia Pascoal, Dora Fidalgo, Susana Travassos, Peter Serrado, Tamin, Minnie e Rhayra, David Pessoa, Daniel Onis, Diogo Piçarra, Maria Inês París, Rita Ruivo e Lili. 

Fonte: RTP /Imagem: Blitz

[Entrevista a Sequin]: "Escolhemos o inglês porque também nos é familiar"

por fevereiro 21, 2018

Sequin foi a artista convidada por Bruno Cardoso, melhor conhecido por Xinobi, para levar ao palco do Festival da Canção 2018 a canção "All Over Again". 



Crónicas de Eurofestivais: Bem-vinda ao mundo dos eurofestivais! A participação no Festival da Canção era algo que estava na lista de sonhos futuros?

Sequin: Confesso que não estava na minha lista. :) 



CE: Xinobi e Sequin são dois nomes proeminentes da música eletrónica em Portugal. Como tem sido a colaboração?

Sequin: Tem sido muito positivo trabalhar com o Bruno. Ele tem uma sensibilidade musical muito interessante e que se assemelha à minha. Tenho aprendido muito com ele.

CE: A música eletrónica não é uma residente habitual do Festival da Canção. Vês esse fator como uma desvantagem ou uma vantagem?

Sequin: Não sei bem. É o estilo de música em que me movimento, por isso para mim é mais uma vantagem, cantar num estilo que me deixa confortável e que gosto.


CE: "All Over Again" é uma das duas únicas canções escritas em inglês no Festival da Canção 2018. O que esteve por detrás da decisão de manter a canção em inglês? Houve algum momento em que consideraram apresentar uma versão portuguesa da canção?

Sequin: Escolhemos o inglês porque também nos é familiar, e sentimos que era a língua mais adequada ao registo musical que fazemos. Não fizemos uma música  de propósito para o festival, tentámos fazer algo que se enquadrasse com aquilo que ambos fazemos nos nossos projectos, que nos desse prazer ouvir.


CE: Quando o álbum “Penélope” foi lançado descreveste-o como uma “viagem da escuridão à luz”. A interpretação de "All Over Again" pertencerá mais ao lado da escuridão ou da luz? 

Sequin: É curioso que para mim a All Over Again também é uma música que vai da escuridão para a luz, mas talvez pertença já mais a um lugar luminoso, de esperança, de novos começos, é aquela música que finda a noite e que trás o amanhecer.



CE: Em termos de apresentação no palco, têm alguma surpresa preparada? 

Sequin: Que eu saiba não. Ahah. Espero que não, não gosto muito de surpresas. Espero que a música chegue para surpreender.

CE: Existe algum outro artista concorrente do Festival da Canção 2018 que estejas mais ansiosa por conhecer e ouvir? 

Sequin: Quero muito conhecer toda a gente. Admiro todos e tenho curiosidade de ouvir todas as músicas, acho que há muito talento aqui envolvido e estou ansiosa por descobrir o que cada um compôs.


CE: Por que é que "All Over Again" seria uma boa representante da música portuguesa no palco da Eurovisão?  

Sequin: Eu não consigo responder a esta questão, terá de ser a música a falar por si.

CE: Existe alguma canção eurovisiva (não portuguesa!) que sobressaia para ti? 

Sequin: Gostei muito da música da Blanche - City Lights, concorrente no ano passado.




CE:  Se "All Over Again” não for escolhido para a Eurovisão, o que podemos esperar de Sequin nos próximos tempos? Um novo álbum?  

Sequin: Podemos esperar músicas novas de Sequin! E concertos, por agora confirmados a 11 de Maio no CCB em Lisboa, 19 de Maio no Hard Club no Porto e 26 de Maio no Salão Brazil em Coimbra.



CE: Queres desejar uma mensagem aos nossos leitores e aos fãs em geral?

Sequin: Queria deixar um obrigada muito grande a todos os que me têm apoiado, especialmente àqueles que dançam e cantam comigo. Não desistam da música, de a fazer ou de a ouvir ou de apoiar quem a faz e vos toca com a sua criatividade, a música é a melhor terapia, a melhor conselheira!

Oiça um excerto de "All Over Again": [AQUI]

Imagem: Sequin

E Foi Por Pouco... 6 - Aitana, Igit, Vanessa Iraci, Annalisa e Raya

por fevereiro 21, 2018


Igit - "Lisboa, Jérusalem"
5.º lugar no Destination Eurovision

Música: Com uma sonoridade a fazer lembrar a valsa, "Lisboa, Jérusalem" é a verdadeira chanson française que facilmente associaríamos a Jacques Brel. Foge à estrutura normal das músicas e é diferente de tudo aquilo que vimos na Eurovisão ou que ouvimos nas rádios hoje em dia. Tem um crescendo muito interessante e uma letra deliciosa que foge aos clichés das músicas de amor.

Apresentação: Igit é um Artista (notem o A maiúsculo) brilhante e dá à música toda a força de que esta precisa. A apresentação da final nacional francesa foi muito bem pensada. Ainda que não se perceba nada de francês, conseguimos perceber a história por trás da canção e ainda nos deliciamos com o boneco.

Comparação com a vencedora: Apesar de poder acabar no meio da tabela, "Mercy" é uma escolha muito mais segura do que esta alguma vez seria uma vez que é uma música de extremos: ou se ama ou se odeia. No entanto, a correr bem, a França poderia sair de Lisboa com um lugar excelente.

Pontuação: 12 pontos

     



Annalisa - "Il mondo prima di te"
3.º lugar no Sanremo

Música: "Il mondo prima di te" é a música típica de Sanremo. Uma balada muito bem construída que ganha muito com a orquestra mas que acaba por não ter nada que a faça sobressair excetuando a voz fantástica da Annalisa.

Apresentação: A tentativa de fazer uma coisa diferente com os planos de câmara era boa, mas parecia quando fazíamos vídeos no movie maker e usávamos aquelas transições com corações e estrelas. E, apesar de ela cantar maravilhosamente bem, falta-lhe transmitir o que está a cantar. Quem não percebe italiano não chega a saber se isto é uma música feliz ou se a rapariga está a sofrer.

Comparação com a vencedora: "Non mi avetto fatto niente" foi a escolha certa por dois motivos: os cantores exprimem o que estão a cantar e a mensagem da música merece ser ouvida por toda a gente. Talvez Annalisa agradasse mais ao júri, mas não iria além de um lugar mediano.

Pontuação: 8 pontos









Vanessa Iraci - "Redlights"
3.º lugar no Die Entschiedungsshow

Música: "Redlights" é uma canção bem construída, com um refrão e final fortes. A voz de Vanessa Iraci encaixa na perfeição e alcança o que a canção exige. Pode não ser uma aposta muito marcante, mas o talento de Vanessa encarrega-se de que ninguém se esqueça de si. Uma proposta que seria claramente superior a "Apollo", podendo fazer com que a Suíça regressasse à final da Eurovisão.

Apresentação: Na performance da final do Die Entscheidungsshow, Vanessa superou qualquer expectativa a nível vocal. Uma atuação que revelou a sua qualidade enquanto artista, com um palco diferente e moderno, mas adequado. 

Comparação com a vencedora: A dupla Zibbz foi uma boa vencedora, mas, tal como acontece com "Redlights", não é muito memorável e tem muito poucas caraterísticas que façam com que se destaque. Constando numa semifinal cheia de grandes potências eurovisivas, será difícil o seu destaque. 

Pontuação: 10 pontos






Aitana - "Arde"
2.º lugar no Operación Triunfo

Música: Uma balada bonita. onde a poderosa voz de Aitana é acompanhada pelo som de uma guitarra.  A chave desta canção é a simplicidade, o que faz sobressair o talento da cantora. 

Apresentação:  A nível vocal foi irrepreensível! Já o guarda roupa e a  apresentação em palco poderiam ter sido mais bem pensados. Obviamente que a apresentação teria de continuar a ser simples, mas o fraco trabalho de câmaras não permitiu criar uma ligação mais forte entre o espetador e a intérprete. Talvez foi esse o fator que impediu Aitana de viajar até Lisboa em maio. 

Comparação com a vencedora: A canção vencedora é também uma balada simples, mas não tem a potencialidade de "Arde". Não é original, é um lugar-comum, que dificilmente chegará a bom porto na Eurovisão. "Arde" teria sido uma escolha mais segura. 

Pontuação:  7 pontos


       





RAYA - "CRAZY"
Eurovision: You Decide 2018

Música: As canções do Reino Unido deixam quase sempre a desejar, muito pelo facto de ser um país cheio de grandes nomes na indústria, que acaba por optar habitualmente por uma mediocridade aleatória. "Crazy" foi aquela música pop bem construída que se salientou logo à primeira audição, que fez justiça ao pop de excelência que sai deste país. Para além disso, teve uma mãozinha da Greta Salóme (Islândia 2012 e 2016), o que tornou tudo isto muito mais exciting!

Apresentação: Sabem o que acontece sempre que os cantores tentam cantar e dançar ao mesmo tempo? Falhas vocais, o coro a dar apoio excessivo? Nada disso aconteceu, pois Raya deu um autêntico baile em palco sem vacilar na interpretação. Abriu o desfile de canções de forma impecável, fazendo com que todos os que lhe seguiram parecessem puros amadores. 

Comparação com a vencedora: O Reino Unido presenteou-nos com uma das melhores finais nacionais do ano ao nível da qualidade musical. De todas as escolhas possíveis, optaram por uma das piores canções. "Crazy" podia dar acompanhamento à melhoria de resultados conquistada por Lucie Jones. Já "Storm" poderá ser âncora que os trará de volta ao bottom 5.

Pontuação: 10 pontos


     

Vídeos: Destination Eurovision, RAI, 

[Entrevista a Dora Fidalgo]: "Quero que façam uma viagem comigo e com a mensagem que a canção transporta"

por fevereiro 21, 2018


Dora Fidalgo foi a artista escolhida para interpretar a canção "Arco-Iris (assim cantou Zaratustra)" composta por Miguel Ângelo para o Festival da Canção 2018. Não é a sua primeira vez no Festival da Canção, tendo participado e representado Portugal no Festival Eurovisão da Canção (ESC), como apoio vocal do grupo Da Vinci, em 1989, com o tema "Conquistador".

CE - Como encarou este desafio que lhe foi proposto de participar no Festival da Canção?

Dora Fidalgo: Não estava á espera e foi um convite completamente inesperado! Mas quando o Miguel Ângelo me ligou e me convidou, eu respondi sem hesitar com um “sim” e sem qualquer dúvida.

CE - Pelo Festival da Canção já passaram vários nomes de grande sucesso. O que acha que pode tirar de proveito desta sua participação para o seu futuro musical?

DF: É uma grande oportunidade que recebo de braços abertos e que neste meu regresso me dará a possibilidade de chegar novamente ao público – e, sem ele, nenhum artista sobrevive.

CE – Tem acompanhado as últimas edições do Festival da Canção? E do Festival Eurovisão da Canção? Há alguma participação que a tenha impressionado positivamente? Porquê?

DF: Confesso que, a partir de uma determinada altura, perdi o interesse pelo festival mas retomei a minha atenção precisamente o ano passado com a presença do Salvador. Gostei de imediato da canção e da sua interpretação. A vitória do Salvador veio provocar um “olhar” diferente neste contexto do festival abriu uma nova perspectiva e respeito pela nossa música compositores e artistas.


CE - Como descreve o tema que vai interpretar?

DF: O tema que vou interpretar tem uma mensagem que só por si já me convence, com uma sonoridade e um ritmo que nos enleva. A mensagem é conduzida de uma forma poética e fala da esperança que existe debaixo do manto do impossível, convida-nos a ir até ao fim do arco-íris porque é onde está o tesouro que nos é prometido ao nascermos. Sabemos que estamos todos sozinhos e todos ligados e cada um de nós é o "deus a dançar" desta canção. Poderá uma doce ilusão acabar em desilusão!?

CE - Como será encarada a sua interpretação em palco?

DF: A canção e “eu” somos uma só! Sinto isto e é o que quero que sintam também: que façam uma viagem comigo e com a mensagem que a canção transporta.

CE - O que podemos esperar caso vença o Festival da Canção? Quais são as suas expectativas e ambições?

DF: Não quero criar nenhuma expectativa! Quero dar o meu melhor no momento, quero sentir-me plena e de missão cumprida.




CE - Explique-nos porque é que se deve votar em si para que nos represente na Eurovisão.

DF: É difícil para mim fazer uma espécie de campanha “votem em mim”! Não vou por aí. A canção é bonita, a mensagem é de esperança, por isso eu acredito que, quando existe verdade no que fazemos, "ela" chega lá…

CE - Quer desejar uma mensagem aos nossos leitores e aos fãs em geral?

DF: Acreditem sempre, porque o arco-íris existe - não todos os dias mas nos momentos certos! 


Oiça um excerto de "Arco-Iris (assim cantou Zaratustra)": [AQUI]



Imagens: Festival da Canção, Mário Abreu

Sérvia: Sanja Ilić & Balkanika para Lisboa

por fevereiro 20, 2018

Sanja Ilić & Balkanika são os vencedor do Beovizija 2018, final nacional sérvia, e vão representar o país na Eurovisão.

Depois de nove anos o Beovizija voltou e coroou Sanja Ilić & Balkanika como vencedores com o tema "Naša deca". Durante o concurso atuaram vários nomes bem conhecidos dos eurofãs como Knez, Sergej Cetkovic, Jelena Tomasevic, Sanja Vucic, entre outros. A decisão coube ao júri e ao público. Pode ver os resultados completos de seguida (júri + televoto). 




1.º Sanja Ilić & Balkanika – "Nova deca" (24 pontos - 12 + 12)
2.º Saška Janković – "Pesma za tebe" (20 pontos - 10 + 10) 
3.º Dušan Svilar – "Pod krošnjom bagrema" (15 pontos - 7 + 8)
4.º Lord – "Samo nek se okreće" (12 pontos - 6 + 6)
5.º Biber & DJ Niko Bravo – "Jutros (Svatovi)" (12 pontos - 5 + 7)
6.º Ivan Kurtić – "Ni sunca, ni meseca" (10 pontos - 8 + 2)
7.º Boris Režak – "Vila" (9 pontos - 4 + 5)
8.º Danijel Pavlović – "Ruža sudbine" (6 pontos - 2 + 4)
9.º Rambo Amadeus & Beti Đorđević – "Nema te" (4 pontos - 3 + 1)
10.º Maja Nikolić – "Zemlja čuda" (3 pontos - 0 + 3)
11.º Koktel Balkan – "Zato" (1 ponto - 1 + 0)
17.º SevdahBABY – "Hajde da igramo sada" (0 pontos)
17.º Srđan Marijanović – "Bar da znam" (0 pontos)
17.º Lana & Aldo – "Jača sam od svih" (0 pontos)
17.º Igor Lazarević – "Beži od mene" (0 pontos)
17.º BASS – "Umoran" (0 pontos)
17.º Osmi Vazduh & Friends – "Probudi se" (0 pontos)

Oiça a música vencedora:


A Sérvia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 2007, ano esse em que ganhou: com Marija Šerifović e a canção "Molitva”. Em 2017 o país foi representado por Tijana Bogićević e a canção "In Too Deep”, alcançando o 11.º lugar na segunda semifinal com um total de 98 pontos.

Imagem: urbancityradio/Vídeo: RTS Pesma Evrovizije - Zvanični kanal
Com tecnologia do Blogger.