Apreciações Musicais - ESC 2017: Azerbaijão



DIHAJ - "SKELETONS"



André Sousa: Destaco o instrumental como algo de bastante positivo neste tema. A inovação e a criatividade acabam por ditar a sua peculiaridade desta canção. Pessoalmente, agrada-me muito.  

Andreia Valente: O Azerbaijão não é conhecido por trazer música inovadora para a Eurovisão mas este ano é a excepção! “Skeletons” não é apenas mais uma música eletrónica como muitos a intitulam. O instrumental está muito bem conseguido e os backing vocals dão um sabor de Eurovisão a esta canção. Simplesmente brilhante!

Catarina Gouveia: Quase 10 anos após a sua primeira participação, esta é a primeira vez que vemos este país a arriscar verdadeiramente, finalmente incluindo um compositor azeri . E correu tão bem! É um instrumental electro bastante moderno mas que se diferencia de tudo o resto. 

Daniel Fidalgo: A par da Bélgica e da Macedónia, Azerbaijão possui um dos instrumentais mais interessantes da edição. Dos três, é o mais obscuro e misterioso. Uma grande surpresa este tom mais alternativo.

Diogo Canudo: No início fez-me lembrar algumas músicas mais calmas da banda The Within Temptation, mas “Skeleton” é uma canção moderna, não muito eurovisiva mas ao mesmo tempo comercial o suficiente para fazer estragos na competição.

Elizabete Cruz: Num ano repleto e músicas calmas, o Azerbaijão fez a escolha certa ao enviar um pop moderno e sobretudo distinto e memorável! Estou absolutamente rendida!

Jessica Mendes: É uma música mais dark e, de certa forma, diferente daquilo que vemos usualmente na Eurovisão, mas não deixa de ir de encontro à fórmula usada pelo Azerbaijão desde 2009 (que é como quem diz, importar músicas suecas).

Joana Raimundo: Mais um instrumental pop, que já se ouviu, mas está bem construído e soa muito bem.

Neuza Ferreira: Não sei até que ponto este instrumental meio eletrónico meio pop pode ser vantajoso, mas gosto. Assenta na letra.


André Sousa: Defendo que a esta voz não é a mais indicada para este tema. Espero estar enganado mas a voz Dihaj não atinge o que é necessário para se realçar e se brilhar nesta composição. Uma pena. 

Andreia Valente: Dihaj terá de mostrar mais garra vocal em palco do que mostrou no estúdio. 

Catarina Gouveia: Lembro-me de detestar a Diana Hajiyeva numa tentativa sua de representar o Azerbaijão há uns anos. Demasiado estridente! Atualmente, e certamente após muito trabalhar, Dihaj aprendeu a ser estridente mas controlada, o que resulta às mil maravilhas nesta canção.

Daniel Fidalgo: Frágil, bonita e vai de encontro ao que a canção pede. Não sendo a melhor voz da edição, é com certeza uma voz com as suas características especiais. 

Diogo Canudo: Se Dihaj cantar da mesma forma como canta na versão estúdio, será, de certeza, algo surreal e mágico. No entanto, como é o Azerbaijão, que leva constantemente más vozes, fico sempre com receio de criar muitas expectativas.

Elizabete Cruz: Já é hábito as cantoras do Azerbaijão deixarem a desejar ao vivo portanto estou bastante curiosa para ver como vai ser este ano.

Jessica Mendes: Não é nenhum prodígio mas de cada vez que me lembro da Samra não consigo deixar de achar a Dihaj uma cantora excecional. Pelo menos consegue cantar.

Joana Raimundo: Esperemos que não seja como anos anteriores do Azerbaijão em que soa mais do que fantástico na versão estúdio e chega ao vivo e bem… Não há nada que se possa dizer.

Neuza Ferreira: A voz é boa na versão estúdio e tem tudo para arrasar ao vivo.


André Sousa: Não conheço nenhuma performance. Contudo, espero que se esforcem. 

Andreia Valente: Esperemos que o Azerbaijão se esmere no fator multimédia, que será decisivo para o sucesso desta canção. De certeza será um momento grandioso. 

Catarina Gouveia: Adoraria ver algo semelhante ao que a Noruega fez em 2013. Simples. Pouco precisa de ser feito quando temos uma excelente canção com uma intérprete com um visual arrasador.

Daniel Fidalgo: Espero um jogo de luzes que vá ao encontro do tom obscuro da canção.

Diogo Canudo: É o Azerbaijão, vai fazer algo fantástico em palco. Com uma atuação poderosa e com a postura em palco correcta, vai surpreender.

Elizabete Cruz: Se o Azerbaijão sempre arrasou em palco com músicas bem piores do que esta, não é este ano que vai falhar. 

Jessica Mendes: Já sabemos que o Azerbaijão é sempre muito forte neste aspeto e esta música tem muito que explorar.

Joana Raimundo: Adoro o visual de Dihaj, e penso que terá uma presença em palco fabulosa.

Neuza Ferreira: Que tenha bastantantes leds e que seja dinâmica. Algo menos que isso será horroroso.


André Sousa: Fraca. Não me diz rigorosamente nada. 

Andreia Valente: Adoro a estrutura que esta letra tomou para contar uma história. “Have my skeletons /
Have my lungs, my millions” é uma das minhas estrofes favoritas de todas as músicas do ano.

Catarina Gouveia: Não vou dizer que é uma obra-prima, até porque a parte “now I’m into daydreams, 
amazed by torn jeans” me assombra a cada vez que ouço esta música. É boa para o género, ainda que seja um pouco try hard demais.

Daniel Fidalgo: Foge da banalidade, ao contrário da maioria. Enquadra-se no dark da canção.

Diogo Canudo: Uma agradável surpresa por parte do Azerbaijão. Uma letra de arrependimentos, de dor, que foge aos habituais clichés e inova com a sua irreverência. Eu gosto muito, das melhores letras de sempre do Azerbaijão.

Elizabete Cruz: Até a letra desta música é excelente! Uma letra complexa que sabe ser catchy nos momentos mais importantes, de forma a ficar na cabeça. Adoro!

Jessica Mendes: Para mim é o ponto mais fraco de toda a proposta. Podiam ter apostado mais na temática sombria e deixar de lado as referências amorosas óbvias. 

Joana Raimundo: É sempre bom ver alguém afastado do tema do amor e sofrimento.

Neuza Ferreira: É meio diferente das outras a concurso... Gosto. Destaca-se também através da ajuda do instrumental.


André Sousa: Desconfio que poderá ficar pela semifinal. 

Andreia Valente: Será impossível o Azerbaijão não passar à final. Na final, “Skeletons” deverá ficar bem classificada. 

Catarina Gouveia: Acredito plenamente que o Azerbaijão vai ser dos países que mais irá surpreender este ano. Um top 5, quem sabe.

Daniel Fidalgo: Final e top 10!

Diogo Canudo: Se for bem apresentada, o top 10 na final é certo.

Elizabete Cruz: Facilmente um top 5!

Jessica Mendes: O Azerbaijão passava à final até com um cão em palco a uivar. E, com a falta de qualidade que há este ano, parece-me que chega ao top 5.

Joana Raimundo: Top 5.

Neuza Ferreira: Top 15... com sorte, top 10.


André Sousa: 5 pontos.

Andreia Valente: 10 pontos.

Catarina Gouveia: 12 pontos.

Daniel Fidalgo: 8 pontos.

Diogo Canudo: 10 pontos.

Elizabete Cruz: 8 pontos.

Jessica Mendes: 6 pontos.

Joana Raimundo: 10 pontos.

Neuza Ferreira: 8 pontos.

Total: 77 pontos


André Sousa: Este ano foste uma desilusão, Azerbaijão!

Andreia Valente: “Have my skeletons. Have my lungs, my millions”- brilhante!

Catarina Gouveia: Mas por que razão Dihaj fica embevecida com calças rasgadas?

Daniel Fidalgo: Azerbaijão funde Lorde e Lana del Rey e obtém Dihaj. 

Diogo Canudo: Vamos rezar para que Dihai saiba cantar…

Elizabete Cruz: Finalmente o Azerbaijão volta a ser um dos meus preferidos!

Jessica Mendes: Como um esqueleto vou ficar eu enquanto espero por músicas boas este ano.

Joana Raimundo: Tão bom ouvir algo decente este ano na Eurovisão.

Neuza Ferreira: Que não sejam injustiçados!


1.º Azerbaijão - 77 pontos; 2.º Austrália - 60 pontos; 3.º Albânia - 56 pontos.



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