Eslovénia: revelados os participantes e datas de realização do EMA 2017


Foi revelado hoje pela emissora da Eslovénia que estão prontos a participar nos EMA 2017, 17 participantes que têm como objetivo representar o país no Festival Eurovisão da Canção 2017.

Ao mesmo tempo, foi dada a conhecer a setlist das semifinais, que se irão realizar nos dias 17 e 18 de fevereiro. Na primeira semifinal vão estar presentes os seguintes nomes:

Amaya (Maja Keuc, Slovenia 2011)
King Foo
Lea Sirk
Nika Zorjan
Omar Naber (Slovenia 2005)
Sell Out
Tosca Beat
Zala Đurić Ribič

Já na segunda semifinal que decorrerá no dia 18 de fevereiro, marcarão presença nomes como:

Alya
BQL
Ina Shai
Kataya & Duncan Kamakana
Nuška Drašček
Raiven
Tim Kores Kori
United Pandaz & ARSELLO feat. Alex Volasko

Fonte/Imagem: ESCToday.com
04/12/2016

Espanha: canção de #Eurocasting foi revelada em fevereiro



Foi divulgado um dos temas a concurso no #Eurocasting, contudo, está a provocar algum descontentamento entre os fãs eurovisivos.

Uma das canções concorrentes do #Eurocasting não cumpre as regras da EBU. “Bailando“, interpretada por Shannel, teve alguns segundos publicados no Youtube a 11 de fevereiro. O arranjo, a letra e a voz eram exatamente as mesmas, a única diferença é que o vídeo foi publicado com o nome verdadeiro da cantora, Sandra González. O vídeo já foi eliminado, porém não se sabe se a RTVE irá manter o tema no concurso.

Pode ouvir o tema abaixo:


         

Fonte: ESCpedia.info/ Imagem: RTVE.es/ Video: GumiESC
04/12/2016

ESC 2017: decisão final sobre a organização é divulgada a 8 de dezembro


A imprensa alemã avançou, esta madrugada, que a organização do Festival Eurovisão da Canção será atribuída a Moscovo nos próximos dias. 

O tablóide alemão Blind confirmou, nas últimas horas, ter tido acesso a provas de que a União Europeia de Radiodifusão (EBU/UER) prepara-se para anunciar a retirada da organização do Festival Eurovisão 2017 à Ucrânia, pela emissora estatal não ter garantido o financiamento do mesmo. O jornal avança ainda que "existem negociações entre o organismo e o Município de Moscovo (Rússia) para a organização do evento", apesar de não ter sido revelada qualquer evidência.

A Chefe de Comissão de Relações Exteriores do Parlamento ucraniano, Anna Gopko, reagiu às notícias, avançado que "Há uma clara ameaça... O Festival Eurovisão pode acontecer num país diferente. Isto será uma catástrofe para nós".

Por outro lado, a União Europeia de Radiodifusão recusou-se a comentar as notícias, avançando que a decisão final sobre a organização da próxima edição do Festival Eurovisão da Canção será tomada a 8 de dezembro (quinta-feira), data da realização da Assembleia Geral dos membros da EBU/UER.
Fonte/Imagem: ESCPortugal

04/12/2016


Arménia: conheça os 6 finalistas do Depi Evratesil


As batalhas continuaram no sábado, e agora temos os 6 finalistas do Depi Evratesil

Os 6 finalistas cantaram durante esta noite uns contra os outros no Depi Evratesil, mas apenas um concorrente de cada batalha poderia continuar na competição.

Assim sendo, e após o comentário de cada jurado, estes foram os participantes que seguiram para a próxima fase:

Vahe Aleksanyan
Syuzanna Melqonyan
Egine
Artsvik
Lucy
Marta

Fonte/Imagem: ESCToday.com
04/12/2016

[CRÓNICA]: 'De onde vem e até onde irá o domínio sueco no ESC?'


Começo este texto pela constatação do óbvio: há muitas pessoas que vão discordar de mim e eu vivo bem com isso. Tenho-me habituado ao longo dos anos a ter opiniões diferentes da maioria dos eurofãs e ainda bem porque se pensássemos todos de igual forma isto não tinha piada nenhuma. O que também não tem piada nenhuma é a quantidade de música made in Sweden que temos visto na Eurovisão nos últimos anos. É precisamente disso que vos venho falar e, como não quero que me chamem hater, acho lógico aprensentar-vos um conjunto de estatísticas que até a mim me surpreenderam.

Atualmente parece que apenas os suecos sabem fazer música eurovisiva e, quem a faz melhor é o Thomas G:son. Este tema ocorreu-me depois da desilusão enorme que o Chipre me proporcionou. Eram rumores atrás de rumores de que o Loucas Yiorkas podia estar de volta para representar o seu país e depois o que aconteceu foi o mesmo do ano passado: escolhe-se um finalista da final nacional de 2015 e o G:son que componha uma coisa qualquer. O Chipre descartou então uma presença eurovisiva que iria certamente fazer transparecer a sua cultura musical em prol de mais uma música mainstream. Não me entendam mal, "Alter Ego" era uma das minhas canções preferidas deste ano, mas assusta-me que tenhamos chegado a este ponto em que qualquer país escolhe um sueco qualquer para compor as suas músicas. Até entenderia isso no caso de São Marino, mas não se entende em mais casos. Atenção, não sou de todo contra o facto de compositores tentarem representar outros países que não o seu, mas têm de ser todos suecos?

Mas não quero estar aqui a argumentar sem primeiro vos apresentar número concretos. Olhando para os últimos 10 anos eurovisivos, este é o número total de músicas compostas ou produzidas por suecos (as músicas suecas também foram contabilizadas):

Em percentagem, os números de cima traduzem da seguinte forma:


Ou seja, só este ano tivemos 11 músicas com "dedo" sueco, o que perfaz mais de um quarto do total de músicas em competição. Se isto é normal, já não sei o que é anormal. Mas o mais interessante é olhar criticamente para as músicas de que se fala. Vejamos este ano:

Moldávia (Falling Stars) - De um modo geral mal aceite pelos fãs e não chegou à final;
Croácia (Lighthouse) - Preferida muitos; flop na final;
Chipre (Alter Ego) - Preferida muitos; flop na final;
Azerbaijão (Miracle) - Restos do Melodifestivalen cuja presença na final foi contestada por muitos;
Malra (Walk On Water) - Música básica, atuação básica e que muitos também contestaram na final;
Noruega (Icebreaker) - Um dos maiores flops noruegueses no ESC;
Lituânia (I've Been Waiting For This Night) - Ainda hoje ninguém sabe como é que chegou ao top 10;
Bulgária (If Love Was a Crime) - Melhor lugar de sempre do país;
Rússia (You Are The Only One) - Favorita de muitos;
Suécia (If I Were Sorry) - Uma das vitórias mais contestadas do Melodifestivalen;
Geórgia (Midnight Gold) - Uma das mais odiadas pela generalidade dos eurofãs.

Conclusão: as músicas suecas não são sinónimo de sucesso, longe disso aliás e, no geral, são mais do mesmo. É por isso mesmo que o Melodifestivalen é igual ano após ano (força lá nas críticas). Se a final nacional sueca é a melhor a nível de produção? Sim, nem há discussão possível. Se é a melhor a nível musical? Deixem-me rir. Sanremo, Eesti Laul e UMK estão a milhas de distância e a razão é simples: VARIEDADE! As músicas do Melodifestivalen são todas iguais umas às outras (à excepção de uma ou outra que aparece todos os anos, mas estou a falar uma forma geral). Se temos rock, é o rock mais pop que existe. Se temos uma balada, é a balada mais pop que se possa imaginar. Como é que é a música tradicional sueca? Ninguém sabe. E ninguém sabe porque eles são uns génios do eurotrash e nós veneramo-los por isso. Todos os anos temos uma Loreen wannabe, umas quantas raparigas a dançar, uns quantos rapazes a dançar e é isto. E muitos eurofãs passam 6 sábados a ver mais do mesmo enquanto outras finais nacionais cheias de músicas que fogem a este género dão à mesma hora.

E ninguém é capaz de me convencer que a única razão pela qual Malta, Azerbaijão e Geórgia passaram à final foi por serem compostas por suecos. Malta, com a música mais básica do mundo, uma péssima atuação e prestação vocal consegue a final na semifinal mais difícil? Deixem-me rir. O mesmo para o Azerbaijão com o facto de Samra não estar sequer a cantar. E a Geórgia, ainda que na semifinal mais fácil, consegue apurar-se com uma das músicas mais odiadas deste ano? Sim, claro. Chamem-lhe teorias da conspiração, mas ninguém me convence que os votos eurovisivos são isentos da parte dos júris e são exatamente aqueles que vemos da parte do público. Manipular votos eurovisivos é demasiado fácil (caso contrário expliquem-me a vitória azeri de 2011).

Mas olhemos novamente para este ano. Enquanto músicas do mais básico possível foram à final, outras de géneros totalmente diferentes ficaram na semifinal. Porque é isso que acontece na eurovisão: um concurso que devia ser sobre cultura premeia o mainstream. Quem envia uma coisa diferente arrisca-se a ficar em último (sim, ainda estou chateada com a Estónia). Pelo menos São Marino era diferente. Aliás, atrevo-me a dizer que se São Marino apostasse no G:son estava na final num abrir e piscar de olhos. Fica a dica. 

Para terminar queria falar-vos do Azerbaijão. O que é que o Azerbaijão acrescentou à Eurovisão desde 2008? Eu respondo: nada. Nada porque em nove participações, apenas uma não é da responsabilidade de suecos. É ridículo, mas verdade. Apenas no seu ano de estreia o Azerbaijão enviou uma canção da autoria de azeris.

Deixo-vos então como umas questões: estaremos nós a tornar a Eurovisão num festival sueco? Serão os suecos os únicos capazes de produzir música eurovisiva? Ou somos nós, os fãs, os culpados de tudo isto por metermos a Suécia num patamar muito acima dos restantes países?

Fonte: Eurovision.tv
03/12/2016

Hungria: final do A Dal 2017 já tem data marcada


A emissora húngara revelou que a final da sua seleção nacional, A Dal 2017, acontecerá no dia 18 de fevereiro.

Mais detalhes serão conhecidos na conferência de imprensa que será realizada na quinta-feira, 8 de dezembro. Os apresentadores Csilla Tatár and Levente Harsányi irão revelar os artistas e as canções a concurso, bem como o painel de jurados.

A Hungria estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1994 e o seu melhor resultado é um quarto lugar: em 1994, com Friderika Bayer e a canção "Kinek mondjam el vétkeimet?". Em 2016 o país foi representado por Freddie e a canção "Pioneer", alcançando o 19.º lugar na final com um total de 108 pontos.

Recorde "Pioneer":


Fonte/Imagem: escpedia.info/Vídeo: Eurovision Song Contest
03/12/2016

Eslovénia: mais detalhes da seleção nacional revelados


O EMA 2017, competição eslovena que visa encontrar anualmente a canção para o Festival Eurovisão da Canção (ESC), será composto por duas semifinais e uma final, segundo a imprensa nacional. No entanto, já foram reveladas mais informações!

A imprensa eslovena avança que o processo de seleção irá decorrer entre 22 e 24 de fevereiro. Cada semifinal terá a concurso 8 músicas - e apenas os 2 mais votados do público e do televoto passam à final, ou seja 4 passarão. Já na final quem decidirá o vencedor é um juri especializado: Ljubljana, Maribor / Murska Sobota, Celje / Trbovlje, Kranj, Nova Gorica / Koper e Novo mesto.

A Eslovénia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção 1993 e o seu melhor resultado é um sétimo lugar por duas vezes: em 1995, com Darja Svajger e a canção "Prisluhni mi", e em 2001, com Nusa Derenda e a canção “Energy”. Em 2016 o país foi representado por ManuElla e a canção "Blue and Red", alcançando o 14º lugar na segunda semifinal com um total de 57 pontos.

Recorde "Blue and Red":


Fonte/Imagem: escpedia.info/Vídeo: Eurovision Song Contest
03/12/2016

Itália: revelados os 8 participantes da AreaSanremo


A Radiotelevisione italiana S.p.A. (RAI) revelou os 8 candidatos da acadamia chamada AreaSanremo, para a sua seleção nacional.

O Sanremo costuma ter duas categorias: os artistas consagrados, Campioni, e os estreantes, Giovani. Este ano há uma novidade: teremos oito concorrentes na categoria Giovani, sendo que seis deles serão anunciados no dia 12 de dezembro, e os outros dois artistas virão de uma academia chamada AreaSanremo. Esta academia foi fundada em 1997 e aí lecionam artistas, produtores, compositores, entre outras pessoas relacionadas ao mundo da música.

Estes são os oito nomes que disputam as duas vagas do Area Sanremo:

Carmen Alessandrello – Quell’attimo di noi
Carlo Bolacchi – Paolo Fox
Braschi – Nel mare di sono i coccodrilli
Andrea Corona – scappare da qui
Marika Adele – Giovane
Diego Esposito – Vem primavera fosse
Valeria Farinacci – Insieme
Ylenia Lucisano- Riverbero

Sanremo 2017 decorrerá entre os dias 7 e 11 de Fevereiro e será apresentado por Carlo Conti. Tal como aconteceu em 2016 o vencedor do festival será convidado a representar o país em Kiev. Caso este não aceite, a emissora elegerá um outro representante. 

A Itália estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1956 e já ganhou duas vezes: em 1964, com Gigliola Cinquetti e a canção “Non ho l’età”, e em 1990, com Toto Cutugno e a canção “Insieme: 1992”. Em 2016 o país foi representado por Francesca Michielin e a canção “No Degree of Separation”, alcançando o 16º lugar na final com um total de 124 pontos.

Reveja  Francesca Michielin com o tema “No Degree of Separation”:



Fonte/Imagem: escpedia.info/Vídeo: Eurovision Song Contest
03/12/2016

França: 300 temas para a eurovisão 2017


Mais de 300 temas foram recebidos pela emissora francesa France Télévisions. Esta grande recetividade deve-se ao efeito Amir.

Foi na passada edição do Festival Eurovisão da Canção (ESC) que a França conquistou um dos seus melhores resultados dos últimos anos. Amir e "J'ai Cherché" foram os responsáveis pelo feito e, desde aí, o cantor tem conquistado um grande sucesso no país e além fronteiras. De facto, o efeito Amir ainda está bem presente em França! Repare-se no número impressionante de candidaturas recebidas pela France Télévisions para o Festival Eurovisão da Canção 2017 (ESC 2017): mais de 300 candidatos pretendem chegar ao palco eurovisivo, um número francamente superior aos anos anteriores. A estação francesa tem agora  a árdua tarefa de eleger uma para levar a Kiev e tentar, quem sabe, igualar ou até ultrapassar o hit "J'ai Cherché".

 A França estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1956 e já ganhou cinco vezes: em 1958, com André Claveau e a canção "Dors, mon amour", em 1960, com Jacqueline Boyer e a canção "Tom Pillibi", em 1962, com Isabelle Aubret e a canção "Un premier amour", em 1969, com Frida Boccara e a canção "Un jour, un enfant", e em 1977, com Marie Myriam e a canção "L'oiseau et l'enfant". Em 2016 o país foi representado por Amir e a canção "J'ai cherché", alcançando o 6º lugar na final com um total de 257 pontos.
Ouça o sucesso "J'ai cherché":

02/12/2016
Fonte: Oikotimes/Imagem: toutelatele/Vídeo: Eurovision Song Contest

FC 2017: novidades para breve

Novidades do Festival da Canção 2017 (FC 2017) estão a chegar, segundo informações fornecidas pela Rádio e Televisão de Portugal (RTP) ao site ESCPORTUGAL.

A equipa técnica tem estado a  trabalhar no formato do maior concurso de canções português desde o momento em que a estação afirmou a realização de mais um Festival da Canção (FC) e não uma seleção interna. As informações, que deverão ser divulgadas muito em breve, esclarecerão o formato do Festival da Canção 2017 (FC 2017), bem como as suas regras.

Para além disso, a estação tem intenções de realizar o mítico festival mais cedo. Alguns compositores e autores estão a trabalhar nas canções concorrentes, mas até ao momento, ainda nada foi divulgado sobre o festival, visto que a equipa técnica ainda está a desenhar os últimos detalhes.

Portugal estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1964 e o seu melhor resultado é um sexto lugar: em 1996, com Lúcia Moniz e a canção “O meu coração não tem cor". Em 2015 o país foi representado por Leonor Andrade e a canção “Há um mar que nos separa”, alcançando o 14º lugar na semifinal com um total de 19 pontos.

Recorde "Há um mar que nos separa":


02/12/2016
Fonte: ESCPORTUGAL/Imagem: RTP/Vídeo: Eurovision Song Contest