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OGAE: Rússia atribui 12 pontos à Estónia e 10 a Portugal

por abril 28, 2017

A OGAE Rússia já revelou a sua votação e a Estónia assegura a sua posição como favorito.

A OGAE Rússia, ao contrário de muitas anteriores, atribuiu os seus 12 pontos a "Verona" de Koit Toome & Laura, representantes estónios no Festival Eurovisão da Canção 2017. Portugal recebeu, desta vez, 10 pontos. Pode ver a votação geral [AQUI].

Confira a votação da OGAE Rússia:

Estónia – 12 pontos
Portugal – 10 pontos
Itália – 8 pontos
Montenegro – 7 pontos
Macedónia – 6 pontos
Noruega – 5 pontos
Azerbaijão – 4 pontos
Geórgia – 3 pontos
Finlândia – 2 pontos
República Checa – 1 ponto

Fonte: esctoday.com

OGAE: Israel atribui 12 pontos à Itália

por abril 28, 2017

A OGAE Israel já revelou a sua votação e a Itália assegura a sua posição como favorito.

A OGAE Israel, à semelhança de muitas anteriores, atribuiu os seus 12 pontos a "Occidentali's Karma" de Francesco Gabbani, representante italiano no Festival Eurovisão da Canção 2017. Portugal recebeu, desta vez, 0 pontos. Pode ver a votação geral [AQUI].

Confira a votação da OGAE Israel:

Itália – 12 pontos
Estónia – 10 pontos
Suécia – 8 pontos
França – 7 pontos
Bélgica – 6 pontos
Dinamarca – 5 pontos
Bulgária – 4 pontos
Montenegro – 3 pontos
Suíça – 2 pontos
Hungria – 1 ponto

Fonte: esctoday.com

OGAE: Macedónia atribui 12 pontos à Bélgica

por abril 28, 2017

A OGAE Macedónia já revelou a sua votação e a Bélgica assegura a sua posição como favorito.

A OGAE Macedónia, ao contrário de muitas anteriores, atribuiu os seus 12 pontos a "City Lights" de Blanche, representante belga no Festival Eurovisão da Canção 2017. Portugal recebeu, desta vez, 0 pontos. Pode ver a votação geral [AQUI].

Confira a votação da OGAE Macedónia:

Bélgica – 12 pontos
Itália – 10 pontos
França – 8 pontos
Israel – 7 pontos
Suécia – 6 pontos
Suíça – 5 pontos
Estónia – 4 pontos
Sérvia – 3 pontos
Letónia – 2 pontos
Hungria – 1 ponto

Fonte: esctoday.com

Apreciações Musicais - ESC 2017: Ucrânia

por abril 28, 2017


O. TORVALD - "TIME"



André Sousa: Não gosto de rock, de nenhum tipo de rock. Esta música “Time” não é diferente. No entanto, e pondo o estilo musical de parte, penso que é uma música mal construída e sem nexo.

Andreia Valente: Os fãs de rock estão muito mal servidos, este ano. “Time” é facilmente esquecível por não ter um refrão suficientemente memorável. A melodia das estrofes é comicamente monocórdica. A instrumentalização está muito bem construída, mas, em suma, é uma canção apenas decente.

Catarina Gouveia: Um dos meus países favoritos no festival, aquele que sabe não ceder a modas, que consegue experimentar géneros musicais diferentes raramente caindo no expectável. A canção anfitriã não é nada nunca antes visto, mas é algo que simplesmente não tem nada que a si se pareça nesta edição e que eu, pessoalmente, adoro!

Daniel Fidalgo: Sabe tão bem ouvir algo que fuja ao estereótipo eurovisivo. A Ucrânia nunca desilude e este ano, apostando no rock, continua a surpreender.   

Diogo Canudo: Apesar de tentar ser imparcial, não consigo gostar de um estilo musical que não estou habituado de ouvir. Não sou malta da pesada. No entanto, “Time” está muito bem construída para uma música de rock (talvez das melhores apresentadas na Eurovisão) e o refrão é bastante cativante. Quando a ouvi pela primeira vez, odiei; mas, quanto mais oiço, mais gosto.

Elizabete Cruz: Como assim as pessoas criticam tanto isto? Juro, eu não entendo! Eu acho uma lufada de ar fresco neste festival que está tão enfadonho! Já ouviram rock muito melhor na vida? Olha, eu também. Mas só aquele solo de guitarra já me faz dar graças a Deus.

Jessica Mendes: “Time” é uma bela surpresa num concurso cheio de pop. É certo que não agrada à maioria, mas para mim é das melhores músicas rock que passou no concurso nos últimos anos (não é preciso muito). Se já ouvi rock milhentas vezes melhor? Claro, mas aquele solo dá-me vida.

Joana Raimundo: Eu sou super suspeita nisto porque adoro rock, e acho que os O. Torvald simplesmente acertaram em cheio. Não é um instrumental extraordinário, mas está bom para o estilo.

Neuza Ferreira: É escusado dizer que é diferente de todos os outros... Finalmente um rock para animar isto!


André Sousa: Não é nada fácil cantar naquele tom e em músicas rock. Admiro a coragem e a sua tentativa de cantar bem esta música.

Andreia Valente: Yevhen dos O.Torvald é um vocalista medíocre que não faz jus à energia da canção.  

Catarina Gouveia: O inglês do vocalista é quase tão mau como a da vocalista da Letónia. Esta é a primeira canção em inglês da banda, portanto isto poderá servir de desculpa. O seu timbre faz com que tenha alguma dificuldade em atingir as notas mais graves, mais concretamente no pré-refrão.

Daniel Fidalgo: Formidável. Voz moldada para este género. Encaixa perfeitamente no tema e dá-lhe vida.

Diogo Canudo: Eu considero o vocalista um excelente cantor. Músicas como “Time” são difíceis de cantar, é preciso muita pujança, muita voz arranhada, muito sentimento quando se canta. Penso que a banda está bem servida com o vocalista que tem.

Elizabete Cruz: O vocalista provavelmente nem vai muito mais longe do que aquilo que faz aqui, mas para o que lhe é pedido aqui não há muito a criticar.

Jessica Mendes: Se calhar não é melhor voz para uma música rock. Falta-lhe força, mas é competente.

Joana Raimundo: AMO! Claro que comparando com outras músicas não é uma voz forte, mas gosto desta espécie de “rouquidão” na voz do cantor, e depois como é no refrão. 

Neuza Ferreira: Talvez o mais fraco neste tema. O instrumental e a letra pedem uma voz poderosa e forte, mas isso não é o sucedido. A voz fica um pouco aquém do esperado.


André Sousa: O normal de uma banda de rock. Toda a banda em palco e o vocalista no meio com uma guitarra na mão a interagir com as câmaras. Nada de especial.

Andreia Valente: Eu detesto a escolha para a apresentação em palco. Ter os membros da banda vestidos de vagabundos com relógios digitais no peito, a tocar em cima de um monte de ferro velho, é extremamente desagradável de se ver. Um turn off completo. 

Catarina Gouveia: A atuação no festival ucraniano foi brutal, com a temática do tempo, com toda a pirotecnia e todos aqueles apetrechos em palco. Melhorada, esta performance tem tudo para ser arrasadora.

Daniel Fidalgo: Mais um requisito cumprido com sucesso. Não alteraria nada relativamente a final nacional ucraniana.

Diogo Canudo: Gostei da dinâmica com que a banda preencheu o palco. Os jogos de luzes também estão bem construídos, bem como os planos de câmara. O pormenor de que mais gosto é a inclusão do relógio – muito original. Talvez mudaria apenas as indumentárias, incluía mais fumo e fogo no final, e ficaria perfeito!

Elizabete Cruz: Adoro, adoro, adoro. A energia é a necessária, a utilização do cronómetro é muito inteligente e até do look desnaturado da banda eu gosto.

Jessica Mendes: Na final nacional estava tudo tão bem pensado que não vejo como se possa melhorar. Adoro a ideia do cronómetro mas faz-me falta aquele "tiro" e consequente sangrar da semifinal.

Joana Raimundo: Espero que não mudem muito do que foi apresentado na seleção nacional, porque está tudo simplesmente fantástico e eu não mexeria em nada. 

Neuza Ferreira: Bastante interessante. Os efeitos de luzes são bastante bons e o cenário também está bem conseguido.


André Sousa: É uma mensagem de paz, um grito de revolta! Eu gosto disso. Porém, nota-se em algumas partes que não exploraram muito bem a letra.

Andreia Valente: Nós percebemos o conceito da canção… não é preciso repetir “time” 27 vezes.

Catarina Gouveia: O tema da canção é um pouco batido, mas isso é ultrapassável por utilizarem esse mesmo tema de uma forma tão diferente na atuação.

Daniel Fidalgo: Uma mensagem que nos traz a importância dos momentos, do agir no segundo mais oportuno, de seguir em frente e deixar o passado para trás.  

Diogo Canudo: Nota-se claramente que o refrão não foi bem explorado, no entanto os versos são surpreendentes. Uma mensagem de paz, que fala sobre o tempo de existir silêncio, de haver paz, de haver serenidade no mundo. Eu gosto!

Elizabete Cruz: A letra vai bem mais além daquilo que eu achava que ela seria. Uma tentativa de consciencialização que se calhar fica ofuscada pelo instrumental, mas que merece ser lida.

Jessica Mendes: A música é sombria mas a letra transmite-nos esperança perante esses tempos mais negros. Tirando aquele “time to shine”, acho-a bem conseguida e sem clichés.

Joana Raimundo: A letra está muito boa e adoro como conjugaram com a atuação em palco.

Neuza Ferreira: É uma letra com bastante significado. É profunda e dá que pensar.


André Sousa:  Metade da tabela.

Andreia Valente: “Time” merece um momento de Áustria 2015.

Catarina Gouveia: Isto merece o top 10 no mínimo. Por ser o país que é e por não haver mais nada semelhante este ano, isso será facílimo.

Daniel Fidalgo: Top 10, sem qualquer margem para dúvidas.

Diogo Canudo: Pode vir a surpreender, é uma incógnita. Para já, um top 15.

Elizabete Cruz: Critiquem à vontade, vai ser um top 10.

Jessica Mendes: Acredito que a Ucrânia consiga um bom lugar por se destacar das demais.

Joana Raimundo: Meio da tabela. 

Neuza Ferreira: Meio da tabela.


André Sousa: 2 pontos.

Andreia Valente: 3 pontos.

Catarina Gouveia: 8 pontos.

Daniel Fidalgo: 10 pontos.

Diogo Canudo: 5 pontos.

Elizabete Cruz: 8 pontos.

Jessica Mendes: 8 pontos.

Joana Raimundo: 8 pontos.

Neuza Ferreira: 7 pontos.

Total: 59 pontos.


André Sousa: Quem me dera que estivesse a comentar a minha Tayanna…

Andreia Valente: Vou estar ansiosamente a olhar para o temporizador à espera do final desta mediocridade.

Catarina Gouveia: Merece mais ganhar do que mereceu Jamala.

Daniel Fidalgo: Não acho a ideia de Ucrânia vencer a competição outra vez assim tão descabida…

Diogo Canudo: Não poderia vir o Melovin do que os O. Torvald?

Elizabete Cruz: Ucrânia a lacrar as bocas das divas das baladas.

Jessica Mendes: Tudo a odiar porque ai de quem se atreva a enviar outra coisa que não pop foleiro para a Eurovisão.

Joana Raimundo: Obrigada O. Torvald por trazerem rock à Eurovisão.

Neuza Ferreira: Rock attitude! Conquistaram o meu coração!


1.º Itália - 91 pontos; 2.º Azerbaijão - 77 pontos; 3.º Portugal - 77 pontos; 4.º Bulgária - 75 pontos; 5.º Sérvia - 71 pontos; 6.º Dinamarca - 70 pontos; 7.º Finlândia - 68 pontos; 8.º Israel - 66 pontos; 9.º Polónia - 65 pontos; 10.º Suécia - 65 pontos; 11.º Hungria - 64 pontos; 12.º Bélgica - 63 pontos; 13.º Arménia - 60 pontos; 14.º Austrália - 60 pontos; 15.º Islândia - 59 pontos; 16.º Ucrânia - 59 pontos; 17.º Holanda - 58 pontos; 18.º Suíça - 57 pontos; 19.º Albânia - 56 pontos; 20.º Macedónia - 56 pontos; 21.º Estónia - 55 pontos; 22.º Bielorrússia - 54 pontos; 23.º França - 53 pontos; 24.º Áustria - 49 pontos; 25 Reino Unido - 48 pontos; 26.º Geórgia - 46 pontos; 27 Moldávia - 45 pontos; 28.º Montenegro - 41 pontos; 29.º Noruega - 38 pontos; 30.º Rússia - 37 pontos; 31.º Grécia - 37 pontos; 32.º Irlanda - 33 pontos; 33.º Chipre - 32 pontos; 34.º República Checa - 30 pontos; 35.º Letónia - 29 pontos;  36.º Roménia - 27 pontos; 37.º Alemanha - 27 pontos; 38.º Malta - 23 pontos; 39.º Croácia - 22 pontos; 40.º São Marino - 18 pontos; 41.º Espanha - 17 pontos; 42.º Eslovénia - 14 pontos; 43.º Lituânia - 14 pontos.

Estes são os resultados finais dos jurados das "Apreciações Musicais - ESC 2017". No entanto, falta revelar os votos dos leitores que votaram nas sondagens que abrimos há algumas semanas... 
Amanhã (29 de abril), por volta das 21h00, serão revelados os resultados em conjunto, as classificações finais. Não percam!

Vídeo: Eurovision Song Contest

[Entrevista a Svala]: "a minha performance será muito diferente daquela que eu fiz na Islândia"

por abril 27, 2017

VERSÃO EM PORTUGUÊS



Svala irá representar a Islândia no Festival Eurovisão da Canção 2017 mas canta desde os sete anos de idade. Não só é cantora como compositora, já foi jurada no The Voice, criou uma linha de roupa e foi em tournée pelo mundo.


Crónicas de Eurofestivais (CE): Fala-nos um pouco sobre ti. O que é que te inspira enquanto artista?

Svala: O meu nome é Svala Karitas Björgvinsdóttir e sou uma cantora e compositora islandesa. Comecei a gravar músicas aos sete anos de idade. Já lancei imensas canções de sucesso e frequentei três bandas ao longo da minha carreira. Conquistei o primeiro número um quando tinha apenas 11 anos, sendo que o segundo single número um foi atingido aos 16 anos. Aos 20, assinei contrato com a EMI, na América, um dos maiores contratos discográficos assinado por um artista islandês na América. O meu primeiro single americano, co-escrito por mim, foi lançado em 2001 e tornou-se bastante popular na América, tendo mesmo estado no Top30 do Billboard Charts. Já lancei dois álbuns a solo e três álbuns com a minha banda Steed Lord, que foi formada em 2006 e teve algum sucesso internacionalmente. Estivemos no ativo durante 10 anos, e chegámos mesmo a fazer uma tour pelo mundo, a desenvolver uma linha de roupa para a H&M, participámos em anúncios de tv e em filmes. Mudei-me para Los Angeles em 2009, onde vivi durante 8 anos com o meu marido, que é também produtor e compositor. Tenho a minha própria marca de roupa, chamada KALI, que é vendida online. No ano passado, formei a minha nova banda, Blissful, e o nosso single "Elevate" resultou muito bem no Spotify. Também fui jurada no The Voice da Islândia em 2015. Adoro gatos,  ficção científica e filmes. 
A minha inspiração provém da minha vida, dos meus sonhos, dos meus amigos e da minha família. De tudo o que me rodeia, basicamente.


CE: Como é que a música entrou na tua vida? 

Svala: O meu pai é um artista  muito famoso na Islândia e a sua música é um tesouro nacional. Eu nasci na indústria da música na Islândia, por assim dizer. Ele nunca quis que eu entrasse nessa indústria. Eu tive que implorar para que ele me deixasse gravar música pela primeira vez, quando eu tinha 7 anos de idade. Eu tive a oportunidade de fazê-lo novamente aos 9 anos, num dueto com ele e, em seguida, tive meu primeiro single número um, quando tinha 11 anos. Depois disso, os meus pais quiseram que eu me concentrasse na minha educação, e em ser apenas uma criança e desfrutar da minha infância. O meu pai disse-me que se eu quisesse realmente ser uma cantora, que deveria fazê-lo sozinha, quando fosse mais velha, e não usar a sua fama e contactos para me tornar numa artista bem sucedida. Foi o melhor conselho que eu alguma vez tive, porque foi algo me tornou muito independente enquanto compositora e cantora. E eis que comecei a fazer minha própria música quando eu tinha 15 anos e nunca mais parei desde então. Nunca me entregaram nada do que eu tenho numa bandeja de prata, porque os meus pais sempre quiseram que eu e o meu irmão realmente trabalhássemos no duro para termos o que queríamos na vida. Mas eles apoiam-me imenso e dão sempre os melhores conselhos.


CE: Como começou a tua aventura pela Eurovisão?

Svala: Eu e o meu marido, Einar, escrevemos a música juntamente com Lester Mendez e Lily Elise em Los Angeles, onde vivemos, em 2016. A canção não foi originalmente escrita para a Eurovisão. Estivemos em várias "sessões de escrita" nos últimos dois anos, porque estamos a escrever para a nossa nova banda, Blissful, e para outros artistas em Los Angeles. E "Paper" nasceu daquelas sessões de escrita. Na verdade, de apresentar a canção na seleção nacional na Islândia foi do meu marido, não minha. Soubemos no momento que essa música era muito épica e grande. Demorei alguns dias a ficar convencida, mas lá decidi fazê-lo porque a mensagem da minha canção é tão importante e eu no fundo sabia que ela provavelmente resultaria muito bem no festival islandês. Para além disso, eu só participaria na Eurovisão seguindo os meus próprios termos e com uma música co-escrita por mim e apoiasse completamente. "Paper" é uma canção tão pessoal e estou muito orgulhosa disso. Simplesmente parece certo participar na Eurovisão com uma música em que eu acredito tão fortemente.


CE: Como te sentiste quando percebeste que ias à Eurovisão?

Svala: Foi uma sensação muito incrível. Especialmente porque foi uma vitória que quebrou recordes na Islândia, eu venci com uma maioria de votos esmagadora. Tive 124 mil votos e a Islândia tem apenas 320 mil habitantes. Eu senti-me muito grata e muito emocionada por tantas pessoas me apoiarem, a mim e à minha música, e me escolherem para competir em nome da Islândia.


CE: Costumas seguir a Eurovisão? Qual é o teu tema eurovisivo favorito de sempre?

Svala: Tenho de ser muito honesta. Eu vivo em Los Angeles há 8 anos e eles só começaram a transmitir a Eurovisão na televisão de cá no ano passado. Então eu não assisti ao festival desde 2008 até ao ano passado. Mas sempre tentei manter-me atualizada, indo no Youtube para ver a música vencedora. Lembro-me de ver "Euphoria" no Youtube depois de ter ganho e de ter pensado "uau, esta é a melhor canção alguma vez escrita da Eurovisão". É a minha favorita de todos os tempos.




CE: Alguma vez tinhas sonhado em fazer parte do Festival Eurovisão da Canção?

Svala: Não, sinceramente, não. Eu nunca pensei que iria fazer parte da Eurovisão enquanto performer e compositora. Na verdade, eu participei, apenas como compositora, na seleção nacional na Islândia em 2008 e foi divertido, mas nunca fez parte dos meus planos participar na Eurovisão como ambos . Mas nunca digas nunca. Estou aqui, estou a competir e estou muito entusiasmada e honrada por fazer parte disto.


CE: Como descreverias a tua canção para a Eurovisão?

Svala: Escrevi a minha canção, "Paper", sobre uma experiência muito pessoal. Fala sobre lidar com as dificuldades que aparecem na tua vida, ultrapassado-as. Sempre fui muito aberta aos media na Islândia acerca de ter lidado muito com ansiedade durante os meus anos de adolescência, até aos vinte e poucos anos. A música sempre foi a minha salvação e o meu lugar seguro, e eu quis escrever algo sobre aquilo pelo qual eu passei quando lidei com essas dificuldades. Nós todos já tivemos de lidar com algo nas nossas vidas. Ninguém tem uma vida perfeita. É isso que nos conecta enquanto seres humanos. A palavra "papel" na minha canção é uma metáfora para as emoções. Quando escrevi a letra, quis descrever a relação que tinha comigo mesma enquanto tive de lidar com a ansiedade. A minha ansiedade fez-me sentir frágil e vulnerável, como o papel. O propósito de escrever a minha canção foi ser honesta sobre mim mesma e não ter vergonha de ter de lidar com isto. Porque quando nós temos esta abertura, quando falamos sobre nós, é como se nos soltássemos em liberdade. Ao perdermos a vergonha, tornamo-nos capazes de encarar os nossos medos e de não desistir. Eu ainda tenho os meus dias maus mas felizmente agora estou num lugar muito melhor e a ansiedade já não controla a minha vida. Mas é tão importante para mim falar sobre isso e sentir-me capaz de ajudar e inspirar outras pessoas. Espero que a minha canção faça isso pelas pessoas de todo mundo que passam por dificuldades na vida.


CE: Quais são os pontos mais fortes da tua canção, que farão com que ela se destaque?

Svala: É uma canção poderosa mas muito honesta, com uma letra muito universal, com a qual toda a gente se pode relacionar. Todos nós já tivemos de ultrapassar dificuldades na nossa vida.


CE: Podemos esperar alguma surpresa para a tua atuação?

Svala: A minha performance será muito diferente daquela que eu fiz na Islândia. Contudo, é surpresa, portanto não te posso contar mais detalhes. Estou muito entusiasmada com ela e espero que vocês a amem tanto como eu.


CE: Como te sentes acerca da semifinal em que o teu país ficou posicionado?

Svala: Eu acho que a semifinal é ótima. Tudo está como deveria estar. Eu não posso controlar nada. Eu sou como uma folha no vento, e vou para onde ele me leva. É como eu vivo a minha vida, sempre positiva e de mente aberta. 


CE: Quais são as tuas expectativas para a participação na Eurovisão?

Svala: Para dar a conhecer a minha voz e a minha música a um público cada vez maior. Para conhecer novas pessoas e fazer grandes memórias. É tudo o que se quer da vida, não é?


CE: Quais são as tuas canções favoritas deste ano?

Svala: A minha, claro hehehehe. A minha canção é a de que eu gosto mais, como provavelmente todos os outros concorrentes diriam. Também gosto muito da canção da Letónia e de Portugal.


CE: Qual é a tua opinião acerca da participação de Portugal na Eurovião, incluíndo o participante deste ano, Salvador Sobral?

Svala: Eu adoro a sua canção, a voz dele e a sua performance. Uma das minhas favoritas.


CE: Tens algum projeto em mente para breve?

Svala: Sim! Vou lançar muita música nova com a minha banda Blissful e estamos a produzir alguns videoclips para a nossa música. Estou também a trabalhar em alguns projetos secretos, que revelarei mais tarde.


CE: Queres deixar uma mensagem aos nossos leitores e aos fãs portugueses no geral?

Svala: Obrigada por lerem a minha entrevista. Mal posso esperar por atuar na semifinal a 9 de maio. Se quiserem conhecer-me melhor, podem seguir-me nas minhas redes sociais!

Instagram:  https://www.instagram.com/svalakali/?hl=en
Facebook:  https://www.facebook.com/svalakali/
Snapchat:  svalakali 

Oiça "Paper":




ENGLISH VERSION



Svala will represent Iceland at the Eurovision Song Contest 2017 but sings since she was seven. She is also a songwriter, she's been part of the judges on The Voice, created a clothing line and toured the world.

Crónicas de Eurofestivais (CE): Tell us a little about yourself. How do you find inspiration as an artist?

Svala: My name is Svala Karitas Björgvinsdóttir and I´m an icelandic singer and songwriter.  I started recording music when I was 7 years old.  I´ve released countless hit singles and been in three bands throughout my career.  I had my first number one single when I was 11 years old and then my second number one single when I was 16 years old in Iceland.  When I was 20 years old I was signed by EMI in America and signed one of the biggest record contract ever made with an icelandic artist.  My first american single which I co-wrote came out in 2001 and became quite popular in America and was on the top 30 Billboard Charts over there.  I´ve released 2 solo albums and 3 albums with my band Steed Lord.  I formed my band Steed Lord in 2006 and we had quite the success worldwide.  The band was together for 10 awesome years.  We toured all over the world, designed a clothing line for H&M, had our music in a lot of american tv shows, commercials and a couple of movies.  I moved to Los Angeles in 2009 and I´ve lived there for 8 years with my husband who is a songwriter, producer and director.  I have my own clothing line called KALI which is sold online.  Last year I formed my new band Blissful and our single "Elevate" came out and did really well on Spotify.  I became a judge on famous tv show The Voice in Iceland in 2015.  I adore cats and science fiction books and movies.
My inspiriation comes from my life, my dreams, my friends and family.  Everything around me basically.  


CE: How did your musical career began? 

Svala: My dad is a very famous recording artist in Iceland and his music is a national treasure.  I was born into the music industry in Iceland so to speak.  My dad never wanted me to go into music.  I had to beg him to record music for the first time when I was 7 years old.  I got the chance to do i again in a duet with him when I was 9 years old and then had my first number one hit when I was 11 years old.  After that my parents wanted to me focus on my education and just be a kid and enjoy my childhood.  My dad told me if I wanted to be a recording artist I should do it on my own terms when I was older and not use his fame and connections to become successful.  It´s the best advice I´ve ever gotten cause it made me very independant as a songwriter and singer.  And I started making my own music when I was 15 and haven´t stopped since.  I´ve never gotten anything handed to me on a silver platter cause my parents always wanted me and my brother to really work hard for everything we wanted in life.  But they are very supportive and always give the best advice.


CE: How did your Eurovision adventure started?

Svala: Me and my husband Einar wrote the song together with Lester Mendez and Lily Elise in LA where we live in 2016.  The song was not written for Eurovision originally.  We have been in many writing sessions for the last two years cause we have been writing for our new band Blissful and other artists in LA.  And "Paper" came out of those writing sessions.   It was actually my husbands idea and not mine to submit it to the national selection in Iceland.  We knew right away that this song was very epic and big.  It took me a couple of days to be convinced but then I decided to do it cause the message is so important in my song and I knew that it would probably do pretty well in the national selection.  Also I only wanted to compete in Eurovision if it was on my own terms and with a song that I co-wrote and could stand behind completely.  And "Paper" is such a personal song and I´m very proud of it.  And it feels right to compete with a song that I believe in so strongly.


CE: How did you feel when you knew you would go to Eurovision?

Svala: It was a very humbling and an amazing feeling.  Especially cause it was a record breaking win in Iceland and I won with an overwhelming majority of the votes.  I got 124 thousand votes and there are only 320 thousand people that live in Iceland.  I was very thankful and very thouched that so many people supported me and my song and picked me to compete on Icelands behalf.  


CE: Do you often follow Eurovision? What’s your favorite Eurovision theme of all time?

Svala: I have to be very honest, I´ve lived in LA for 8 years now and they only started showing Eurovision on tv here last year.  So I didn´t watch it until last year since 2008.  But I always tried to keep up by going on youtube to see the winning song so I wouldn´t be out of the loop too much.  And I remember seeing Euphoria on youtube after it won and thinking "wow that is the best Eurovision song ever written".  It´s my all time favourite.



CE: Have you ever dreamed of being part of the Eurovision Song Contest?

Svala: No not really.  I never thought I would compete in Eurovision as a performer and songwriter.  I actually competed only as a songwriter in the national selection in Iceland in 2008 and that was fun.  But it was never my plan to compete in Eurovision as both.  But never say never.  I´m here and I´m competing and I´m very excited and honoured to be a part of it.


CE: How would you describe your Eurovision song?

Svala: I wrote my song “Paper” about a very personal experience.  It´s about dealing with difficulties in your life but overcoming them.  I´ve been very open in the media in Iceland that I dealt with a lot of  anxiety throughout my teenage years and early twenties. Music has always been my salvation and my safe place and I wanted to write about what I went through when I dealt with those difficulties.  We all deal with something in life.  No one has a perfect life.  This is what connects us as human beings.  The word paper in my song is a metaphor for emotions.  When I wrote the lyrics I wanted to describe the relationship I have with myself while dealing with anxiety.  My anxiety makes me feel fragile and makes me feel vulnerable like paper.  The purpose of me writing my song is to be open and honest about myself and not be ashamed about dealing with this.  Because when we are open and when we talk to each other, we are setting ourselves free.  By not being ashamed we are facing our fears and we are not giving up. I still have my bad days but thankfully I´m at a much better place now and anxiety doesn´t control my life anymore.  But it´s so important to me to talk about it to be able to help others and inspire.  Hopefully my song does that for people around the world that deal with difficulties in life.


CE: What would be the strong points that are going to highlight your theme song?

Svala: It´s a powerful and very honest song with lyrics that are very universal that everyone can relate to.  We all deal with difficulties in our life at times.  


CE: Can we expect any surprises from your performance?

Svala: My performance is different from the one I did in Iceland.  It´s a surprise though so I can´t tell you all the details.  I´m very excited about it and I hope you´ll love it as much as I do.


CE: How do you feel about the semifinal in which your country was placed?

Svala: I think it´s great.  Everything is as it´s suppose to be.  I can´t control it.  I´m like a leaf in the wind.  I go where the wind takes me.  That´s how I live my life.  Open minded and positive.


CE: What are your expectations for the participation on Eurovision?

Svala: To introduce my voice and my music to a bigger and wider audience.  To get to know new people and make great memories.  That´s what life is all about isn´t it?


CE: What are your favorite songs this year?

Svala: Mine of course hehehehe.  I love my song the most like probably every contestant would say.  I really like the song from Latvia as well and Portugal.


CE: What is your opinion about Portugal in the Eurovision, including this year's participant, Salvador Sobral? 

Svala: I love his song and his voice and his performance.  One of my favs.


CE: Do you have future projects coming?

Svala: Yes I´m releasing a lot of new music with my band Blissful and we are directing a bunch of new music videos ourselves for our music.  Also working on some secret projects as well.  Revealed later.


CE: Do you want to say something to our readers and general portuguese fans?

Svala: Thank you for reading my interview.  I can´t wait to perform in the semi final may 9th.  If you want to get to know me better you can follow me and like on social media!!

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Vídeo: Eurovision Song Contest

Apreciações Musicais - ESC 2017: Reino Unido

por abril 27, 2017


LUCIE JONES - "NEVER GIVE UP ON YOU"



André Sousa: Quando ouvi pela primeira vez “Never Give Up On You” gostei bastante pela sua simplicidade e honestidade. No entanto, isso não a torna diferente de tantas baladas este ano e, após ouvir algumas vezes, acaba por enjoar.

Andreia Valente: Não me lembro da última vez que gostei da aposta do Reino Unido pelas razões certas. Antes do revamp, o instrumental de “Never Give Up On You” era demasiado simples e até um pouco banal. Acrescentar uma linha de percussão e um som mais sintetizado foi a decisão acertada! No entanto, ainda falta uma pitada de sal para esta canção ter o impacto que intenciona… Precisa de um clímax mais forte. 

Catarina Gouveia: O Reino Unido é aquele país em estado vegetal na Eurovisão. Vejo a Eurovisão há mais de 10 anos e, sinceramente, nunca gostei verdadeiramente de nada vindo deste país, que é tão rico musicalmente. “Never Give Up On You” é uma balada composta por Emmelie de Forest, que faz parecer que a vencedora da Eurovisão em 2013 nunca fez música antes.

Daniel Fidalgo: Estão a ver aqueles revamps que destroem canções? Pois, o Reino Unido destruiu uma canção com algum potencial… O resultado final é banal.

Diogo Canudo: Quando vejo no nome dos criadores de “Never Give Up On You” que Emmelie de Florest está incluída, percebo o porquê de gostar tanto desta música. Uma música que faz sobressair a letra da mesma, a voz da intérprete, ao som de uma construção melódica de piano fenomenal. Para mim, das melhores baladas do ano.

Elizabete Cruz: Nunca achei particular piada a este instrumental, mas o primeiro tinha a particularidade de me deixar extremamente deprimida. O sentimento não era bom, mas pelo menos fazia sentir alguma coisa. Depois do revamp esse sentimento foi-se... e agora isto é só mais um.

Jessica Mendes: Balada básica. Começa calma, o segundo verso é mais intenso, a seguir ao segundo refrão há uma tentativa praticamente falhada de explosão. Isto já era mau na versão original e com o revamp conseguiu ficar ainda pior. A Emmelie já tinha provado que não era grande cantora e agora decidiu provar que também não se safa na composição.

Joana Raimundo:  Eu até que não desgosto disto. É uma música bonita, que facilmente estaria em alguma soundtrack de um filme inspirado num livro do Nicholas Sparks numa cena de flashback

Neuza Ferreira: É bastante simples, mas muito bonito e melodioso.


André Sousa: Gosto imenso da voz da Lucie Jones. Nota-se perfeitamente que é uma excelente cantora e que já teve algum treino vocal. 

Andreia Valente: Lucie Jones é simplesmente brilhante! Uma voz poderosa e segura que tem uma sonoridade muito emotiva. A voz é o factor X desta canção.  

Catarina Gouveia: Lucie tem uma voz bonita, querida, agradável. “Berra” demasiado em certas partes, mas indubitavelmente merecia uma canção melhor do que esta.

Daniel Fidalgo: Muito bonita, com muita qualidade. Consegue ser frágil e poderosa em simultâneo. 

Diogo Canudo: Lucie Jones é fenomenal. Não há muito mais que possa dizer. Além de ser uma das melhores cantoras deste ano, é uma excelente intérprete, transmite por completo a mensagem da música. Fico sempre arrepiado quando a oiço. 

Elizabete Cruz: Lucie Jones tem uma voz extremamente emotiva que provavelmente vai ser uma mais valia nesta música.

Jessica Mendes: Lucie Jones canta muito bem, é certo, mas há ligeiras falhas de tempo sobretudo no início da música. Nada que não melhore até dia 13.

Joana Raimundo: Gosto bastante da voz de Lucie Jones.

Neuza Ferreira: É uma voz bastante melodiosa e incrível! O melhor neste tema.


André Sousa: A música ganha imenso pela forma como Lucie se expressa em palco. Dá imenso sentimento à canção e isso é o mais importante para uma canção brilhar.

Andreia Valente: O Reino Unido pode poupar as suas tão prezadas libras porque ter Lucie Jones é mais do que suficiente. A performance desta intérprete é mesmo de tirar o chapéu. Muito expressiva e cativante.

Catarina Gouveia: A performance do Eurovision: You Decide demonstrou tudo o que pode ser feito com esta canção – nada. 

Daniel Fidalgo: Espero que a cantora se apresente sozinha em palco, com um vestido deslumbrante.  

Diogo Canudo: Apesar de ser demasiado simples a sua atuação na final britânica, eu adorei. Lucie Jones não precisa de um circo em palco, ela enche qualquer palco em que entra. Apenas mudaria alguns planos de câmara e aquele horripilante vestido. Tem uma imagem demasiado pesada para uma mulher tão jovem como é.

Elizabete Cruz: Isto claramente merece um ambiente mais intimista, com muito carisma por parte de Lucie Jones. 

Jessica Mendes: Se o objetivo é fazer com que a música caia ainda mais no esquecimento geral façam exatamente o que fizeram no You Decide. 

Joana Raimundo: Acho que vai ser bastante fraca, imagino que não vá acontecer grande coisa e pronto, será apenas mais uma atuação. 

Neuza Ferreira: Apagada. Ela tenta transmitir a letra, mas na minha opinião não consegue muito bem. Já que o tema não permite muito movimento por parte da intérprete, pelo menos podiam apostar em jogos de luzes e em bons planos.


André Sousa: Não oferece uma das melhores letras da edição. Esta tem imensos clichés, que chegam mesmo a irritar quem ouve. No entanto, vale pelo esforço!

Andreia Valente: Uma premissa muito vista na Eurovisão mas, quando adicionada à performance de Lucie, é perfeita.

Catarina Gouveia: Um país que tem o inglês como língua mãe não tem desculpas para trazer à Eurovisão uma canção com uma escrita tão má e básica. Ah, e ninguém dança para fazer passar a tempestade, a não ser que queira fazer a dança da chuva para que a natureza lhe regue a horta! Não se pode esperar mais de uma letra escrita por uma das piores vencedoras do festival, Emmelie de Forest.

Daniel Fidalgo: Nunca desistir de quem gostamos e ultrapassar as tempestades juntos. 

Diogo Canudo: Uma letra de tudo ou nada, muito ao estilo de Emmelie de Florest, em quem tem de se pôr de parte todos os medos para um amor sobreviver. Foge às habituais palavras clichés, o que me agrada. Não é perfeita, mas é suficientemente aceitável e até sofisticada para o tema que trata.

Elizabete Cruz: Eu até conseguia gostar desta letra no antigo instrumental, porque tudo estava no sentido deep depré, mas agora não a acho nada de especial.

Jessica Mendes: Repetitiva até mais não. A falta de ideias para se escrever uma boa letra num país onde se fala inglês é preocupante. 

Joana Raimundo: É um pouco repetitiva mas não ao ponto de se tornar enjoativa, é bastante agradável até.

Neuza Ferreira: Parece aquelas letras da Disney... É bastante bonita e forte. Conjuga na perfeição com o instrumental e com a voz da intérprete.


André Sousa:  Eu gostava muito que o Reino Unido saísse dos últimos lugares, mas não sei…

Andreia Valente: Merece o meio da tabela só mesmo pelo talento de Lucie.

Catarina Gouveia: Fora do top20, como já vem a ser hábito.

Daniel Fidalgo: Bottom 5.

Diogo Canudo: Uma incógnita, mas eu espero sinceramente que seja dado o devido valor ao Reino Unido este ano!

Elizabete Cruz: Ainda não é este ano que o Reino Unido se vai safar dos últimos lugares.

Jessica Mendes: De falta de coerência não podemos acusar o Reino Unido… é sempre um candidato fortíssimo na luta pelos últimos lugares.

Joana Raimundo: Creio que ficará a meio da tabela. 

Neuza Ferreira: Meio da tabela.


André Sousa: 6 pontos.

Andreia Valente: 6 pontos.

Catarina Gouveia: 3 pontos.

Daniel Fidalgo: 5 pontos.

Diogo Canudo: 7 pontos.

Elizabete Cruz: 3 pontos.

Jessica Mendes: 5 pontos.

Joana Raimundo: 5 pontos.

Neuza Ferreira: 8 pontos.

Total: 48 pontos.


André Sousa: Este é um exemplo de persistência, e de que as pessoas devem lutar por aquilo que querem. Num dia personagem secundária, no outro personagem principal. 

Andreia Valente: Os ingleses racionais para a União Europeia: “I WILL NEVER GIVE UP ON YOU!”.

Catarina Gouveia: Reino Unido a fazer valer o seu título de pior país na Eurovisão. 

Daniel Fidalgo: Com um dos maiores mercados musicais do mundo, não percebo o porquê de o Reino Unido apostar em temas genéricos e iguais a tantos outros.

Diogo Canudo: Só podia ser a minha Emília das Florestas a fazer músicas tão fantásticas como esta! 

Elizabete Cruz: Há alguns revamps que deviam ser considerados crime.

Jessica Mendes: Sempre fortes na luta pelos últimos.

Joana Raimundo: Foi uma boa escolha do Reino Unido. 

Neuza Ferreira: Obrigada por este tema simples, mas emotivo!


1.º Itália - 91 pontos; 2.º Azerbaijão - 77 pontos; 3.º Portugal - 77 pontos; 4.º Bulgária - 75 pontos; 5.º Sérvia - 71 pontos; 6.º Dinamarca - 70 pontos; 7.º Finlândia - 68 pontos; 8.º Israel - 66 pontos; 9.º Polónia - 65 pontos; 10.º Suécia - 65 pontos; 11.º Hungria - 64 pontos; 12.º Bélgica - 63 pontos; 13.º Arménia - 60 pontos; 14.º Austrália - 60 pontos; 15.º Islândia - 59 pontos; 16.º Holanda - 58 pontos; 17.º Suíça - 57 pontos; 18.º Albânia - 56 pontos; 19.º Macedónia - 56 pontos; 20.º Estónia - 55 pontos; 21.º Bielorrússia - 54 pontos; 22.º França - 53 pontos; 23.º Áustria - 49 pontos; 24 Reino Unido - 48 pontos; 25.º Geórgia - 46 pontos; 26 Moldávia - 45 pontos; 27.º Montenegro - 41 pontos; 28.º Noruega - 38 pontos; 29.º Rússia - 37 pontos; 30.º Grécia - 37 pontos; 31.º Irlanda - 33 pontos; 32.º Chipre - 32 pontos; 33.º República Checa - 30 pontos; 34.º Letónia - 29 pontos;  35.º Roménia - 27 pontos; 36.º Alemanha - 27 pontos; 37.º Malta - 23 pontos; 38.º Croácia - 22 pontos; 39.º São Marino - 18 pontos; 40.º Espanha - 17 pontos; 41.º Eslovénia - 14 pontos; 42.º Lituânia - 14 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest
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